Os Pesquisadores no Laboratório do MIT Lincoln desenvolveram um sensor poderoso que pudesse detectar os micróbios patogénicos transportados por via aérea tais como o antraz e a varíola em menos de três minutos.
O dispositivo novo, chamado PANTERA (para a Notificação do Micróbio patogénico para Ameaçar Liberações Ambientais), representa “um avanço significativo” sobre todo o outro sensor, disse o Harpista de James do Biosensor do Laboratório de Lincoln e o Grupo de Tecnologias Molecular. Os sensores Actuais tomam pelo menos 20 minutos para detectar as bactérias ou vírus prejudiciais no ar, mas os sensores da PANTERA podem fazer a detecção e a identificação em menos de três minutos.
A tecnologia foi licenciada a Inovativo Biosensors Inc. (IBI) de Rockville, DM. em Janeiro, IBI começou a vender um produto, BioFlash, que usa a tecnologia da PANTERA.
“Há uma necessidade real de detectar um micróbio patogénico em menos de três minutos, assim que você tem o tempo para tomar a acção antes que esteja demasiado atrasada,” disse o Harpista, cientista do chumbo que desenvolve o sensor.
O sensor da PANTERA usa uma tecnologia de sensor baseado em celulas conhecida como o CANÁRIO (depois que os pássaros enviados em minas para detectar gáss perigosos), e pode pegarar uma leitura positiva com somente algumas dúzia partículas pelo litro do ar.
O dispositivo podia ser usado nas construções, nos metros e em outras áreas públicas, e pode actualmente detectar 24 micróbios patogénicos, incluindo o antraz, o praga, a varíola, o tularemia e o Escherichia Coli.
“Não há realmente nada lá fora que compara com o este,” disse o Cavaleiro de Todd do Biosensor do Laboratório de Lincoln e o Grupo de Tecnologias Molecular, que inventaram a tecnologia de sensor AMARELA.
O Cavaleiro começou desenvolver o CANÁRIO em 1997 quando realizou que não havia nenhum sensor disponível que poderia ràpida detectar os micróbios patogénicos. Sua ideia era aproveitar-se sistema-específico da defesa da natureza de próprio as pilhas de B que visam os micróbios patogénicos no corpo humano. De “as pilhas B no corpo são muito rápidas e muito sensível,” Cavaleiro disse.
O conceito AMARELO usa uma disposição de pilhas de B, cada um específica a uma bactéria particular ou o vírus. As pilhas estão projectadas para emitir-se fotão da luz quando detectam seu micróbio patogénico do alvo. O dispositivo indica então uma lista de todos os micróbios patogénicos encontrados.
O CANÁRIO é o único sensor que utiliza pilhas imunes. Outros sensores disponíveis são baseados nos immunoassays ou no PCR (reacção em cadeia da polimerase), que tomam muito mais por muito tempo e/ou não são tão sensíveis quanto o CANÁRIO.