Os níveis específicos do antígeno (PSA) da Próstata tipicamente correlacionaram com os resultados da biópsia da próstata na detecção de cancro da próstata, mas essa correlação já não existe para homens com um exame normal da próstata, de acordo com um estudo novo publicado na introdução do 15 de abril de 2008 do CANCRO, um jornal par-revisto da Sociedade contra o Cancro Americana.
O estudo sugere que as técnicas melhoradas da biópsia façam a PSA menos útil na selecção de cancro da próstata.
Os testes da PSA foram louvados como ferramentas diagnósticas importantes para o cancro da próstata, porém muito dos dados usados para fazer esta conclusão foi gerado no adiantado aos anos 90 meados de, quando as biópsias da próstata foram executadas diferentemente do que são hoje. Desde então, houve um aumento no número de próstata faz a biópsia executado e um número crescente de amostras da biópsia tomado de cada paciente.
Douglas Scherr, DM, Michael Schwartz, DM, e colegas no Hospital Presbiteriano de New York da Faculdade Médica de Weill da Universidade de Cornell, em New York City, expor para avaliar se as mudanças em práticas da biópsia da próstata puderam ter mudado o valor com carácter de previsão da PSA testa.
Os pesquisadores executaram uma análise retrospectiva de todas as biópsias da próstata executadas em sua instituição entre 1993 e 2005, encontrando 1.607 que satisfizeram seus critérios da inclusão e da exclusão. Douglas Scherr, DM e sua equipe dividiu pacientes em três grupos baseados em quando receberam suas biópsias: 1993-1997, 1998-2001, e 2002-2005. Examinaram cada grupo para o número de biópsias executadas, o número de biópsias positivas, a idade paciente, a maioria de PSA recente antes da biópsia, volume da próstata, e número de amostras da biópsia tomadas. Com estes dados à disposição, avaliaram correlações potenciais entre níveis da PSA e a taxa positiva da biópsia.