A Gestão de corpos estrangeiros ingeridos é um encontro clínico comum.
As Complicações desta patologia são dependentes da idade de um paciente, a natureza e a localização do corpo estrangeiro, a presença de uma perfuração, e procedimentos iniciais da gestão.
O Dr. Cristão Righini do Centro Médico da Universidade de Grenoble defende o uso do endoscópio rígido que é colocado apenas acima da ponta proximal do corpo estrangeiro onde se dilata o lúmen esofágico até ao ponto em que o corpo estrangeiro impactado é móvel.
Esta recomendação é baseada na descrição de Righini de um caso que envolve um homem 52 ano-velho, sem a história médica passada relevante que apresentou à queixa OTORRINOLARINGOLÓGICA da clínica da disfagia severa, da dor substernal, e da febre cinco dias após a mastigação em uma parte de galinha. A Imagem Lactente revelou um fragmento do osso na parte superior do esófago, do ar no espaço retropharyngeal e na parte superior do mediastinum traseiro, e da coleção subcutâneo profunda sugestivo da coleção mediastinal traseiro cervical. O paciente foi controlado cirùrgica com uma aproximação endoscópica e uma aproximação cervical aberta.
O uso de um endoscópio rígido durante a remoção de um corpo estrangeiro impactado tem diversas vantagens: causa a expansão do esófago superior, que pode se liberar totalmente ou na parte o corpo estrangeiro impactado, e impede a aspiração e ferimento esofágico ou pharyngeal. Deve ser praticado sob a anestesia geral por um operador treinado.