A Introspecção em porque as fêmeas de algumas espécies se submetem à menopausa quando outro não fizerem provou indescritível apesar de uma compreensão dos mecanismos biológicos atrás da mudança.
Contudo, a pesquisa nova por cientistas nas Universidades de Cambridge e de Exeter sugere que a menopausa seja uma adaptação para minimizar a competição reprodutiva entre gerações de fêmeas na mesma unidade de família.
Mesmo “em mulheres das sociedades humanas da fertilidade natural” (isto é, aquelas sem acesso à medicina ou à tecnologia moderna) sobreviva tipicamente por muitos anos depois que cessaram de reproduzir. A Menopausa representa um enigma evolucionário porque a teoria sugere que lá esteja nenhuma selecção para os genes que promovem a sobrevivência após a extremidade da reprodução. A explicação actual foi propor 50 anos há e ?a como da “a hipótese avó”: A Selecção natural podido favorecer a sobrevivência cargo-reprodutiva se umas mulheres mais idosas da não-criação de animais podem ajudar suas crianças a sobreviver e reproduzir.
O problema é que os dados das sociedades naturais da fertilidade sugerem que os benefícios grandmothering sejam demasiado pequenos favorecer a comutação fora da reprodução pela idade cinqüênta a fim ajudar. Assim quando a hipótese da avó puder explicar porque as mulheres continuam a sobreviver depois que pararam a produção, não pode explicar porque param de produzir no primeiro lugar.
Neste papel, publicado esta semana no jornal PNAS, os pesquisadores propor que o sincronismo da cessação reprodutiva nos seres humanos seja melhor compreendido como uma adaptação evolucionária para reduzir a competição reprodutiva entre gerações de fêmeas na mesma unidade de família.
A competição Reprodutiva é ubíquo em outros animais vertebrados cooperativos, mas seu papel potencial na evolução da história de vida humana tem sido negligenciado até agora. A pesquisa demonstra que os seres humanos são originais entre primatas porque não há quase nenhuma sobreposição de gerações reprodutivas. Em populações naturais da fertilidade, as mulheres têm em média seu primeiro bebê em 19 anos e seu último bebê em 38 anos; ou seja as mulheres param de produzir quando a próxima geração começa produzir.
Além Disso, os cientistas vão sobre demonstrar que este teste padrão está esperado dado o pensamento do sistema da fêmea-dispersão caracterizar seres humanos ancestrais. A dispersão Fêmea significa que a competição reprodutiva em famílias humanas ancestrais envolveria as “sogra” que competem com as “noras”. Nestas circunstâncias umas fêmeas mais novas têm uma vantagem decisiva na competição porque uma sogra é relacionada à prole da sua nora (e conseqüentemente a um interesse da parte em seu sucesso reprodutivo), mas não vice versa.
Os pesquisadores desenvolveram um modelo matemático simples desta competição que prevê que umas mulheres mais idosas devem cessar de produzir quando umas mulheres mais novas na mesma unidade social começam produzir. Estes hipótese e modelo podem assim explicar o sincronismo observado da cessação reprodutiva nos seres humanos, e assim que contribuem muito melhor a uma compreensão de como a menopausa evoluiu.