Em disparidades de exame de um estudo novo na reconstrução postmastectomy do peito, em pesquisadores em Brigham e em Hospital das Mulheres (BWH) e em Dana-Farber Cancer Institute (DFCI) em Boston, Massa., concluiu que a falta da discussão do paciente-fornecedor pode contribuir a sócio-económico, idade e inconsistências raça-relacionadas no uso da reconstrução do peito após a mastectomia.
Contudo, o estudo igualmente encontrou que a reconstrução era mais provável ocorrer após as opções discutidas cirurgião com o paciente, sugerindo que os esforços estivessem exigidos aumentar e melhorar estas conversações. O estudo completo aparece na introdução de Abril do Jornal da Faculdade Americana dos Cirurgiões.
A cirurgia reconstrutiva do Peito é um procedimento eleitoral caro, mas para muitas mulheres é um componente vital do cuidado cirúrgico para o cancro da mama. A escolha para ter a reconstrução do peito é uma decisão complexa que seja influenciada pelo acesso ao cuidado, à preferência paciente e à interacção do fornecedor com o paciente.
“As preferências Pacientes devem ser respeitadas, mas um exame informativo da reconstrução é exigido para ajudar pacientes a compreender e para pesar os riscos e os benefícios deste procedimento,” disse o Capricho C. Greenberg, DM, Instrutor da Cirurgia no centro para a Cirurgia e a Saúde Pública em BWH e o Centro para Resultados e Pesquisa da Política em DFCI. “Nós aprendemos que os médicos precisam de melhorar comunicações com os pacientes e sempre que possível, endereçamos universal a introdução da reconstrução com todas as mulheres que submetem-se a uma mastectomia, apesar da idade, da raça ou do estado sócio-económico.”
Usando a Iniciativa Nacional na base de dados da Qualidade do Cuidado do Cancro, os pesquisadores avaliaram 626 pacientes que se submeteram à mastectomia para o cancro da mama. Os dados tinham sido recolhidos em um estudo comissão pela Sociedade Americana da Oncologia Clínica (ASCO) e empreendido por pesquisadores na Margem Corporaçõ e pela Escola de Harvard da Saúde Pública. Os Pesquisadores reviram os dados recolhidos através da revisão da avaliação e da carta aproximadamente quatro anos após o diagnóstico do cancro da mama. Destes pacientes, 253 (40,4 por cento) receberam a reconstrução do peito, e 249 (39,8 por cento) tiveram informes médicos documentando a ocorrência de uma discussão sobre esta opção.