Os Cientistas identificaram uma variação genética que fizesse não somente fumadores mais suscetíveis ao apego de nicotina mas igualmente aumentam seu risco de desenvolver duas doenças fumar-relacionadas, câncer pulmonar e a doença arterial periférica.
A pesquisa foi apoiada pelo Instituto Nacional sobre o Abuso de Drogas (NIDA), parte dos Institutos de Saúde Nacionais (NIH).
O estudo, publicado na introdução do 3 de abril da Natureza do jornal, “destaca os avanços que estão sendo feitos na pesquisa da genética, que pode agora identificar as variações do gene que aumentam o risco de desordens bio-comportáveis complexas,” diz o Director Dr. Elias Zerhouni de NIH. “Isto que encontra ajudar-nos-á em nossos esforços para reduzir mais o espaço e as conseqüências devastadores do tabagismo.”
“Estes resultados sugerem pela primeira vez que uma única variação genética não somente possa predispr ao apego de nicotina mas possa igualmente aumentar a sensibilidade às doenças fumar-relacionadas extremamente sérias,” explicam o Director Dr. Nora Volkow de NIDA. “Adicionalmente, aponta aos alvos potenciais para as medicamentações novas da fumar-cessação que podem ser mais eficazes em fumadores de ajuda parar.”
A variação é ligada pròxima a dois das subunidades conhecidas dos receptors da nicotina, dos locais na superfície de muitas pilhas no cérebro e do corpo que pode ser limitado pela nicotina. Quando os diplomatas da nicotina a estes receptors no cérebro, lá forem mudanças na actividade da pilha essa resultados em seus efeitos aditivos.
Os Portadores desta variação genética são mais prováveis do que noncarriers ser fumadores pesados, dependentes da nicotina, e menos prováveis de parar fumar. “A variação não aumenta a probabilidade que uma pessoa começará fumar, mas para os povos que fumam aumenta a probabilidade do apego,” diz o Dr. Kári Stefánsson, investigador principal do estudo e director geral de descodificam a Genética, uma empresa biofarmaceutico baseada em Reykjavik, Islândia.