Read in | English | Español | Français | Deutsch | Português | Italiano | 日本語 | 한국어 | 简体中文 | 繁體中文 | Nederlands | Русский | Svenska | Polski

O teste Novo podia cortar o tratamento desnecessário para a desordem de sangue na gravidez

Published on April 4, 2008 at 7:28 AM · No Comments

Um teste novo para identificar uma má combinação entre o sangue de uma mulher gravida e seu bebê é exacto, praticável, e poderia substancialmente reduzir o tratamento desnecessário, encontra um estudo publicado em bmj.com.

Os Problemas podem ocorrer se o sangue de uma mulher é negativo (Rh) do Rhesus mas está levando um bebê cujo o sangue seja positivo do Rh. Isto é porque o sangue positivo do Rh contem uma substância chamada o antígeno de RhD, que passa no sangue da matriz no nascimento. A matriz faz então anticorpos contra o sangue do positivo de RhD.

Não há geralmente nenhum problema durante a primeira gravidez de uma mulher, mas se vai sobre ter um outro bebê positivo de RhD, cruz destes anticorpos a placenta e destruir os glóbulos vermelhos do bebê, causando uma desordem de sangue conhecida como a doença haemolytic que pode ser séria e mesmo fatal.

Para impedir este, todas as mulheres gravidas têm seu sangue testado em sua primeira visita pré-natal. As mulheres negativas de RhD são dadas uma ou dois injecções do anti-soro (anti-RhD imunoglobulina, derivada dos produtos do sangue) durante a gravidez.

Contudo, aproximadamente 38% de mulheres negativas de RhD estão levando um bebê negativo de RhD, assim que recebem este tratamento desnecessariamente.

Assim os pesquisadores no Sangue do NHS e no Centro da Transplantação em Bristol avaliaram um teste novo para prever o grupo sanguíneo de um bebê “datilografando” seu ADN no plasma de mulheres gravidas do negativo de RhD.

Analisaram amostras de sangue de 1.997 mulheres tomadas ou antes da visita pré-natal de 28 semanas. Em 96% dos casos, o fenótipo correcto de RhD do bebê foi previsto pelos testes genotyping. Isto foi confirmado comparando os resultados obtidos das amostras de cordão umbilical tomadas na entrega.

Um resultado de falso positivo foi obtido em 0,8% (14 amostras), e em somente três amostras (0,2%) estavam os resultados do negativo falso obtidos.

Em 3,4% de resultados dos casos eram não obtenível ou inconsequente.