Grávido e os ratos da aleitação alimentados em uma dieta da gordura hidrogenada durante a gravidez e o fluxo de leite tiveram os bebês que eram mais gordos do que os ratos alimentados uma dieta normal, de acordo com a pesquisa publicada nos Lipidos na Saúde e na Doença.
A dieta insalubre tem conseqüências deletérias mesmo depois que as gorduras foram removidas da dieta e tem as relações à produção da insulina.
“Nós conhecemos que o crescimento fetal está influenciado pelo estado nutritivo da matriz,” o nutricionista Brasileiro explicado Luciana Pisani. ” As condições nutritivas durante a gravidez têm um maior protagonismo nas interacções metabólicas e hormonais entre o corpo da matriz, a placenta e o feto. Até agora somente alguns estudos olharam os efeitos em ácidos gordos do transporte durante a gravidez e o fluxo de leite no metabolismo da prole na idade adulta. Nós encontramos que o índice gordo dos corpos dos bebês aumentou quando as matrizes foram alimentadas a dieta gorda hidrogenada dos ricos e esta poderia ser seguida à expressão genética dos adipokines.”
Em uma investigação a examinar se a alimentação grávida e os ratos da aleitação hydrogenised as gorduras ricas em ácidos gordos do transporte, aumentado o índice gordo na carcaça, pesquisadores encontrou que sua taxa metabólica deixou cair dramàtica. Interessante os ratos novos que foram alimentados uma dieta normal depois que eram nascidos comeram menos e pesaram menos mesmo que suas matrizes comessem os ácidos gordos do transporte quando grávidas. A expressão genética dos adipokines foi examinada igualmente com relação à produção da insulina.