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Etapa Principal para a frente em compreender como a memória trabalha

Published on April 23, 2008 at 5:36 PM · No Comments

Nossa capacidade para recordar os objetos, os lugares e os povos dentro de nosso ambiente é essencial para a vida quotidiana, embora a importância desta seja apreciada somente inteiramente quando seres da memória de reconhecimento para falhar, como na Doença de Alzheimer.

Obstruindo determinados mecanismos que controlam a maneira que as pilhas de nervo no cérebro comunicam, os cientistas da Universidade de Bristol puderam impedir a memória de reconhecimento visual nos ratos.

Isto demonstra-os identificou mecanismos celulares e moleculars no cérebro que pode fornecer uma chave aos processos compreensivos de memória de reconhecimento. A pesquisa é publicada hoje em linha [24 de abril] no Neurônio.

Zafar Bashir, o Professor da Neurociência Celular, que conduziu a equipe na Universidade de Bristol disse: “Esta é uma etapa principal para a frente em nossa compreensão da memória de reconhecimento. Nós pudemos mostrar que os processos da chave que controlam uma comunicação synaptic são igualmente vitais na aprendizagem e na memória.”

A capacidade para reconhecer elementos no ambiente circunvizinho tal como as faces ou os lugares, assim como a capacidade para aprender sobre esse ambiente, são crucial ao nosso funcionamento normal no mundo. Mas os mecanismos e as mudanças reais que ocorrem no cérebro e reservam aprender acontecer não são ainda muito bons compreendidos.

Uma hipótese é que as mudanças nas junções especializadas (sinapses) entre pilhas de nervo no cérebro, guardaram os segredos à aprendizagem e à memória. A mudança na força de uma comunicação entre sinapses é chamada plasticidade synaptic e, acredita-se, os mecanismos da plasticidade synaptic podem ser importantes para a aprendizagem e a memória. Bashir e seus colegas testaram esta hipótese.

Dr. Sarah Griffiths, autor principal no papel, explicado: De “as pilhas Nervo no córtice perirhinal do cérebro são sabidas para ser vitais para a memória de reconhecimento visual. Usando uma combinação de técnicas biológicas e de teste comportável, nós examinamos se os mecanismos envolvidos na plasticidade synaptic são igualmente vitais para a memória de reconhecimento visual.”