Muito trabalho foi feito para identificar as variações genéticas que predispor mulheres ao cancro da mama. Os Trabalhos anteriores mostraram que as variações no gene chamado o receptor 2 do factor de crescimento do fibroblasto (FGFR2) estiveram associadas com o risco aumentado da doença, mas como estas variações traduzidas no risco aumentado eram desconhecidas.
Um papel novo por Kerstin Meyer e colegas, publicados esta semana na Biologia de PLoS do jornal do aberto-acesso, mostra como as mudanças específicas no gene FGFR2 alteram a maneira que as moléculas reguladoras lhe ligam, conduzindo à expressão genética aumentada, que, por sua vez, aumenta o risco de desenvolver o cancro da mama.
Comparando todas as diferenças minúsculas nos genomas dos povos com o cancro da mama àquelas em uma população do controle, FGFR2 tinha sido embandeirado acima como de uma região do genoma que é consistentemente diferente entre os dois grupos. FGFR2 codifica uma proteína que se sente na membrana das pilhas e se trabalhe em um caminho de sinalização importante para o crescimento da pilha.