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O teste Simples, indolor do cabelo detecta o cancro da mama

Published on May 13, 2008 at 12:39 AM · No Comments

Um teste desenvolvido por cientistas Australianos que prometesse poder pegarar o cancro da mama de uma amostra do cabelo, poderia ser disponível no comércio no fim deste ano.

O teste que foi desenvolvido pela empresa Fermiscan da tecnologia é um teste da difracção de Raio X capaz de detectar mudanças estruturais no colagénio do cabelo com o uso de um synchrotron.

Fermiscan diz em experimentações preliminares em 2.000 mulheres, o teste foi encontrado para ter uma precisão com carácter de previsão total de 69% para o cancro da mama.

De acordo com a empresa a precisão do teste aumentou a 75% quando as amostras do cabelo afetadas por tratamentos tais como perming e se tingir foram excluídas.

As mulheres involvidas experimentais que tinham sido referidas radiologistas por seu GP para um mamograma.

O teste diagnosticou correctamente quase 1.500 mulheres tão negativas para o cancro da mama e os 20 pacientes correctamente quanto o positivo para o cancro da mama e os reveladores dizem que este destaca o valor potencial do teste conjuntamente com métodos de selecção actuais.

A empresa diz que o teste do cabelo é não invasor e apropriada para mulheres para todas as idades e ela é a precisão compara favoràvel a outros métodos de selecção actualmente disponíveis em Austrália.

Nos pacientes da experimentação 13 encontrados para ser positivo para o cancro da mama por um mamograma e por uma biópsia foram faltados pelo teste de Fermiscan e era possivelmente devido danificar ao cabelo dos tratamentos não identificados pela selecção da fluorescência e/ou pela variação biológica.

Perming, tingindo-se e endireitando é pensado para afectar a precisão do teste mas estes são superados na maioria dos casos usando o crescimento novo do cabelo que toma geralmente aproximadamente 4 semanas.

O teste promete a mulheres uma outra opção menos dolorosa e invasora para a detecção de cancro da mama adiantado.

O teste de Fermiscan é baseado na tecnologia desenvolvida e licenciada de Veronica James, um professor da física na Universidade de Nacional Australiano em Canberra.