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O controle Integrado da malária e das outras doenças do vector é crucial

Published on June 15, 2008 at 10:35 PM · No Comments

A malária de Combate e outras doenças assim chamadas do vector com controles químicos são cada vez mais ineficazes, além de ser perigosas para seres humanos e o ambiente. Estes controles químicos devem conseqüentemente ser eliminados. A fim combater as doenças que os insectos e tiquetaqueiam transmitem, todas as estratégias possíveis devem ser unidos.

Somente então podemos nós com sucesso combater estas ameaças teimosos e escalando da doença. O Prof. Willem Takken fez esta proposta durante seu endereço inaugural como o Professor da Entomologia Médica e Veterinária na Universidade de Wageningen (os Países Baixos).

Mesmo agora, diz o Prof. Takken, muitas doenças humanas e animais transmitidas por insectos e por tiquetaques (as doenças assim chamadas do vector) reivindicam vidas incontáveis no mundo, não somente em países em vias de desenvolvimento mas também cada vez mais no Oeste. As Agências governamentais e os corpos públicos devem fazer o combate destas doenças uma prioridade máxima.

Devido à intensificação do comércio e do turismo internacionais, a umas doenças mais tropicais e mais subtropicais encontre sua maneira a Europa. Além, as mudanças no meio do clima que estas doenças enlatam mais prosperam frequentemente em zonas de clima moderados. Os Exemplos incluem o vírus de Bluetongue, que apareceu recentemente nos Países Baixos, e o aumento na doença de Lyme, mas igualmente o vírus de Nilo Ocidental, a dengue e o chikungunya.

Cada ano, 4 bilhão povos são expor à malária no mundo inteiro e 500 a 600 milhões deles torne-se contaminado. Inicialmente, nos anos 40 e nos anos 50, a doença foi combatida muito com sucesso com DDT. Contudo, tornou-se gradualmente aparente que os insectos se estavam tornando resistentes ao DDT e que este insecticida teve efeitos muito prejudiciais na saúde humana e no ambiente. Isto conduziu ao DDT que está sendo proibido em muitos países, que significaram por sua vez que o controle da doença parou virtualmente entre 1969 e 1999.

O Prof. Takken é alarmado que alguns países começaram outra vez usar o DDT. Mostrou-se que as medidas de controle químico trabalham somente por um período limitado e não são sustentáveis. Conseqüentemente uma estratégia totalmente diferente deve ser desenvolvida que forneça uma solução durável ao problema da malária. Desenha a atenção aos agentes biológicos da protecção de colheita usados controlando pragas e doenças na horticultura da estufa. Actualmente, 95% de todos os vegetais da horticultura da estufa em Europa Ocidental são crescidos sem insecticidas. O Prof. Takken quis saber porque esta aproximação não era usada com doenças do vector. Conseqüentemente ajustou o objetivo da malária de controlo sem o uso de insecticidas químicos.