Um sistema automatizado para o tecido de cérebro de medição com ressonância magnética (MRI) pode ajudar médicos mais exactamente a diagnosticar a Doença de Alzheimer em uma fase mais adiantada de acordo com um estudo novo publicado na introdução de Julho da Radiologia do jornal.
Na Doença de Alzheimer, a morte celular do nervo e a perda do tecido fazem com que todas as áreas do cérebro, especialmente a região do hipocampo, encolham. MRI com definição espacial alta permite que os radiologistas visualizem as mudanças anatômicas subtis no cérebro que sinalizam a atrofia, ou no encolhimento. Mas a prática normalizada para o volume de medição do tecido de cérebro com MRI, chamada segmentação, é um processo complicado, longo.
“Visualmente avaliar a atrofia do hipocampo é não somente difícil e subjetividade inclinada, é demorada,” explicou o autor principal do estudo, Olivier Colliot, Ph.D, do Laboratório Cognitivo da Imagem Lactente da Neurociência e de Cérebro em Paris, França. “Em conseqüência, não tem a parte tornada da rotina clínica.”
No estudo, os pesquisadores usaram um processo automatizado da segmentação com o software informático desenvolvido em seu laboratório por Marie Chupin, Ph.D., para medir o volume do hipocampo em 25 pacientes com Doença de Alzheimer, em 24 pacientes com prejuízo cognitivo suave e em 25 adultos mais velhos saudáveis. As medidas do volume de MRI foram comparadas então com as aquelas relatadas nos estudos dos grupos pacientes similares que usam o visual, ou o manual, método da segmentação.