Published on July 16, 2008 at 10:52 PM
Em 2000 a Organização Mundial de Saúde (WHO) parou de recomendar o metrifonate para tratar o schistosomiasis urinário porque a droga não pareceu ser tão eficaz quanto o tratamento da escolha, praziquantel.
Agora uma revisão sistemática publicada na edição a mais atrasada Da Biblioteca de Cochrane indica que o metrifonate e o praziquantel são eficazes em tratar a infecção. A equipe dos pesquisadores que realizaram este estudo sugere que o metrifonate possa ser uma adição válida à estratégia actual da um-droga contra o schistosomiasis urinário.
Estes resultados foram alcançados após ter considerado os dados em 24 experimentações que envolveram junto 6.315 participantes.
O schistosomiasis Urinário ocorre quando um sem-fim minúsculo, um solha de sangue (haematobium do Schistosoma), penetra a pele de uma pessoa ao andar ou ao se banhar na água fresca contaminada com os caracóis que contêm o sem-fim. O solha coloca ovos no corpo, e dano que de tecido da causa destes ovos isso conduz ao sangue na urina e à dor em passar a urina. Se saido não tratado podem causar a doença séria que inclui a insuficiência renal. As Avaliações indicam que mais de 100 milhões de pessoas em regiões Mediterrâneas Africanas e Orientais estão contaminados pelos solhas, tendo por resultado dificuldades sociais e econômicas consideráveis.
Praziquantel exige somente uma dose e é operacionalmente mais conveniente, quando o metrifonate exigir três em 14 intervalos do dia. Esta poderia ser uma razão forte para parar o uso do metrifonate, especialmente nos programas de tratamento comunidade-baseados rurais, onde é difícil dar doses múltiplas. Contudo, os pesquisadores acreditam que seria prudente ter mais de uma droga no uso a fim minimizar a possibilidade da resistência se tornando do organismo contra a única droga, praziquantel.
“Confiar somente no praziquantel para tratar o schistosomiasis é uma estratégia arriscada como poderia incentivar a revelação da resistência de droga,” diz o pesquisador Anthony Danso-Appiah do chumbo, que trabalha na Escola de Liverpool da Medicina Tropical, Liverpool, REINO UNIDO.
http://www.thecochranelibrary.com
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