A pesquisa Nova encontrou que mesmo depois 5 anos de terapia sistemática, os pacientes de cancro da mama ainda têm um risco substancial da doença que retorna.
Entre os pacientes de cancro da mama que eram cinco anos cancro-livres após ter começado a terapia sistemática, 89 por cento permaneceram retorno-livres em cinco anos (aproximadamente 10 anos após o diagnóstico inicial de uma mulher) e 80 por cento permaneceram retorno livre em 10 anos (aproximadamente 15 anos após o diagnóstico).
As Mulheres que recebem a quimioterapia, terapia da hormona, ou ambos, além do que a cirurgia, têm uma taxa mais alta de sobrevivência ter uma recaídalivre do que as mulheres que não recebem a terapia adjuvante ou neoadjuvant.
Contudo, mesmo a seguinte terapia sistemática, sobreviventes do cancro da mama permanece em risco de tem uma recaída e poucos estudos avaliaram o valor desse risco ou das características do paciente e do tumor que são associados com a doença que retorna.
Um estudo pelo Dr. Abenaa Brewster da Universidade do Texas em Houston examinou a taxa do retorno em 2.838 pacientes de cancro da mama que tinham sido tratados entre 1985 e 2001 no centro do cancro.
O Dr. Brewster e colegas encontrou aquele em 28 meses, 216 mulheres desenvolveu o cancro da mama periódico e o risco de cinco anos de tem-me uma recaída para mulheres com fase que a doença era 7 por cento, 11 por cento para mulheres com doença da fase II, e 13 por cento para mulheres com doença da fase III.
Dizem a categoria do tumor, estado do receptor da hormona, e a terapia da glândula endócrina era toda ligada significativamente com um risco de retorno.