Read in | English | Español | Français | Deutsch | Português | Italiano | 日本語 | 한국어 | 简体中文 | 繁體中文 | Nederlands | Norsk | Русский | Svenska | Polski

O Diabetes e a hipertensão encurtam o tempo na Doença de Alzheimer

Published on November 4, 2008 at 1:42 AM · No Comments

Povos com Doença de Alzheimer que igualmente têm o diabetes ou a hipertensão pode morrer mais logo do que povos sem tais desordens, de acordo com um estudo publicado na introdução do 4 de novembro de 2008 da Neurologia, o jornal médico da Academia Americana da Neurologia.

O estudo envolveu 323 povos que não tiveram nenhum problema de memória quando testados primeiramente mas uma demência desenvolvida mais atrasada. Os testes da Memória e os exames físicos foram dados então cada 18 meses.

O estudo encontrou que depois que o diagnóstico de um Alzheimer foi feito, os povos com diabetes eram duas vezes tão prováveis morrer mais logo do que aqueles sem diabetes que teve a Doença de Alzheimer. Os Povos com Doença de Alzheimer que teve a hipertensão eram dois-e-um-metade que os tempos gostam mais de morrer mais logo do que aqueles com pressão sanguínea normal.

Os “Estudos mostram que o tempo médio de uma pessoa diagnosticada com Alzheimer pode ser em qualquer lugar três a nove anos. Para essa pessoa e seu cuidador, cada acta conta. Aqui nós temos dois factores verificáveis que podem dràstica afectar quanto tempo essa pessoa pode sobreviver,” disseram a Proa de Yaakov autor, PhD, professor do estudo no Instituto de Taub para a Pesquisa sobre a Doença de Alzheimer e o Cérebro do Envelhecimento e o director da Divisão Cognitiva da Neurociência de Gertrudes H. Sergievsky Centro no Centro Médico da Universidade de Columbia em New York. A Proa é igualmente um membro da Academia Americana da Neurologia.

O estudo igualmente olhou como a raça poderia afectar quanto tempo uma pessoa vive com a Doença de Alzheimer. Encontrou que os povos Latino-americanos viveram por oito anos após o diagnóstico, aproximadamente quatro anos mais longo do que os povos brancos do não-Hispânico fizeram. Os afro-americanos viveram uma média de cinco anos, mais por muito tempo do que brancos do não-Hispânico mas não enquanto povos Latino-americanos. Contudo, após o ajuste para o género e os outros factores, os resultados eram já não significativos.

“Embora estes resultados não eram significativos, são intrigantes e a autorização promove a pesquisa se a raça afecta o tempo de sobrevivência nos povos com Doença de Alzheimer,” disse a Proa.

http://www.aan.com/