Os Cientistas dizem que varreduras de cérebro mostra que a educação parece diminuir os efeitos da Doença de Alzheimer.
Os cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, St Louis, dizem que sua pesquisa apoia “a hipótese da reserva cognitiva” e os indivíduos com níveis de níveis do ensino superior marcam mais altamente em testes cognitivos apesar de ter a Doença de Alzheimer.
De acordo com a hipótese, os indivíduos com maiores (pensando, aprendendo e memória) capacidades cognitivas podem atrasar sintomas da Doença de Alzheimer apesar das mudanças sendo a base no cérebro.
A Informações gerais diz que a educação é de uso geral porque uma medida substitute da reserva cognitiva e da maior educação estêve associada com a melhor função cognitiva durante a vida e os pesquisadores sugerem que a educação interaja com a doença de Alzheimer para facilitar os efeitos dos sintomas da doença chamando que reserva cognitiva.
Para o Dr. Catherine M. Ovas e colegas da pesquisa estudou 37 indivíduos com tipo demência de Alzheimer e 161 indivíduos sem demência entre 2003 e 2008.
Os participantes relataram sua história da educação e tomaram testes cognitivos e foram injectados com um marcador conhecido como o carbono 11 etiquetado o Composto B de Pittsburgh ([11C] PiB) e submeteram-se então a uma varredura minuto do tomografia de emissão de positrão (PET) 60 do cérebro.
Os estudos Recentes mostraram que [11C] PiB adere às chapas do cérebro do beta-amyloid associadas com a Doença de Alzheimer, que permite que os pesquisadores identifiquem estas características da doença em pacientes vivos.