Uma experimentação da educação sexual par-conduzida nas escolas em Inglaterra encontrou que não é mais eficaz em reduzir abortos adolescentes do que as classes da educação sexual dadas por professores.
Contudo, o estudo, publicado na Medicina de PLoS do jornal do acesso aberto, mostra que uma aproximação par-conduzida à educação sexual está preferida pelos alunos e sugere que se deva ainda considerar como parte de uma estratégia larga para reduzir a gravidez adolescente.
O Reino Unido tem uma das taxas de gravidez adolescentes as mais altas em Europa Ocidental - conduzindo a um alvo do governo para partir ao meio gravidezes entre pessoas de 18 anos em 2010. Judith Stephenson e colegas do University College Londres conduziu a experimentação da ONDINHA (Intervenção Randomized da Educação Sexual Aluno-Conduzida) para investigar se o ensino da informação sexual da saúde por povos de uma idade similar era eficaz em termos de reduzir o aborto adolescente, a gravidez, e o melhoramento da saúde sexual entre adolescentes.
Vinte E Sete escolas e aproximadamente 9.000 alunos envelheceram 13 ou 14 participaram na experimentação, com cada escola atribuída aleatòria às sessões par-conduzidas ou professor-conduzidas da educação sexual. Os resultados provisórios, que foram publicados em The Lancet em 2004, encontrados que na idade 16 anos, as meninas que receberam as sessões par-conduzidas relataram menos gravidezes sem intenção, embora os resultados fossem somente marginal significativos em comparação com as sessões professor-conduzidas. Os resultados do prazo, publicados na Medicina do PLoS desta semana, são baseados em informes médicos das gravidezes e dos abortos um pouco do que os auto-relatórios (que são frequentemente incertos). Na idade 20 anos, não havia nenhuma diferença entre os grupos par-conduzidos e professor-conduzidos em termos do número de meninas que tinham tido os abortos (um em vinte em ambos os casos). Não havia igualmente nenhuma diferença entre os grupos par-conduzidos e professor-conduzidos para os participantes masculinos ou fêmeas em outros aspectos do sexua l saúde, incluindo os números diagnosticados com doenças de transmissão sexual.