O Contrário à percepção de alguns pacientes e médicos, lá não é nenhuma evidência que as drogas da marca comercial são clìnica superiores a suas contrapartes genéricas, de acordo com um artigo na introdução do JAMA, o Jornal do 3 de dezembro de American Medical Association, que examinaram os estudos que comparam a eficácia de genérico contra drogas da marca comercial para tratar doenças cardiovasculares.
“O problema de custos de aumentação do medicamento de venta com receita emergiu como uma questão política crítica, esticando os orçamentos dos pacientes e seguradores públicos/privados e contribuindo directamente aos resultados adversos da saúde reduzindo a aderência às medicamentações importantes. Os motoristas preliminares de custos elevados da droga são as drogas da marca comercial, que são vendidas a preços altos durante um período de protecção da patente e introduzem no mercado a exclusividade após a aprovação por Food and Drug Administration (FDA),” os autores escrevem. Para controlar a despesa, muitos pagador e os clínicos incentivaram a substituição de versões genéricas bioequivalent baratas destas drogas após as extremidades do período da exclusividade do mercado do fabricante da marca comercial.
Alguns pacientes e médicos expressaram o interesse que as drogas genéricas não podem ser equivalentes em sua eficácia. Da “os fabricantes Marca comercial sugeriram que as drogas genéricas pudessem ser menos eficazes e seguras do que suas contrapartes da marca comercial. As Anedotas publicaram-se na imprensa da configuração que levanta dúvidas sobre a eficácia e a segurança de determinadas drogas genéricas,” a nota dos autores.
Aaron S. Kesselheim, M.D., J.D., M.P.H., do Hospital de Brigham e de Mulheres e da Faculdade de Medicina de Harvard, Boston, e colegas avaliou as diferenças clínicas resultando do uso de medicamentações ou das drogas genéricas da marca comercial usadas primeiramente para tratar a doença cardiovascular, que como um grupo compo a parcela a maior de despesa do medicamento de venta com receita do paciente não hospitalizado. Os pesquisadores conduziram uma méta-análisis em estudos neste assunto publicado desde 1984 ao Agosto de 2008, e para determinar a peritagem a propósito da substituição genérica, igualmente reviu o índice dos editoriais publicados durante este tempo.
Os pesquisadores identificaram 47 artigos para análise detalhada, cobrindo nove subclasses diferentes de drogas cardiovasculares, de que 38 (81 por cento) eram experimentações controladas randomized (RCTs). A equivalência Clínica foi notada em 7 de 7 Agrupamentos tácticos (100 por cento) dos betablocantes, em 10 de 11 Agrupamentos tácticos (91 por cento) dos diuréticos, em 5 de 7 Agrupamentos tácticos (71 por cento) de construtores do cálcio-canal, em 3 de 3 Agrupamentos tácticos (100 por cento) de agentes antiplatelet, em 2 de 2 Agrupamentos tácticos (100 por cento) dos statins, em 1 de 1 AGRUPAMENTO TÁCTICO (100 por cento) de inibidores de enzima (ACE) deconversão, e em 1 de 1 AGRUPAMENTO TÁCTICO (100 por cento) dos alfa-construtores.
Entre o deslocamento predeterminado terapêutico estreito droga-se (NTI; as drogas cujas doses eficazes e doses tóxicas são separados por uma diferença pequena na concentração do plasma), equivalência clínica foram relatadas em 1 de 1 AGRUPAMENTO TÁCTICO (100 por cento) de agentes anti-arrítmicos da classe 1 e 5 de 5 Agrupamentos tácticos (100 por cento) do warfarin.