Um estudo novo da imagem lactente de cérebro ilustra o que acontece às memórias com o passar do tempo.
O estudo, na introdução do 28 de janeiro Do Jornal da Neurociência, mostra que as estruturas distintas do cérebro estão envolvidas em recordar eventos recentes e mais velhos.
O apoio dos resultados estuda mais cedo de pacientes memória-danificados com dano limitado ao hipocampo. Estes pacientes mostram deficits em aprender a informação nova e em recordar os eventos que ocorreram apenas antes de seus ferimentos. Contudo, podem recordar particularmente uns eventos mais velhos, que sejam pensados para envolver outras regiões do cérebro, o córtice.
“Tem-se sabido por muito tempo que umas memórias mais velhas são mais resistentes a dano hippocampal do que umas memórias mais novas, e esta foi pensada para reflectir o facto de que o hipocampo se torna menos involvido na recordação como uma memória obtem mais velha,” disse Russell Poldrack, PhD, um perito nos mecanismos cognitivos e neurais da memória no University Of California, Los Angeles, que não foi envolvida no estudo. “Contudo, houve um debate recente sobre se as paradas do hipocampo sempre realmente que são involvidas, mesmo para memórias mais velhas,” Poldrack disse.