A pesquisa Nova mostra que determinadas máscaras não invasoras da ventilação de pressão (NPPV) positiva podem escapar o ar expirado até uma distância de 1 m dos pacientes que recebem tratamentos. Isto que encontra levanta interesses sobre a propagação potencial da doença respiratória altamente contagioso dentro do ajuste do hospital. Usando um simulador paciente que imitasse um paciente com ferimento de pulmão suave, os pesquisadores de Hong Kong mediram o escapamento de ar expirado de duas máscaraes protectoras diferentes. A pressão Inspiratory (IPAP) foi aumentada gradualmente quando a pressão expiratória permaneceu a mesma. Os Resultados mostraram que havia uma exposição substancial ao ar expirado dentro de uma região de 1 m do tratamento de recepção paciente. Além, os resultados mostraram que um IPAP mais alto conduziu a uma contaminação mais alta. Os Pesquisadores sugerem que os trabalhadores dos cuidados médicos tomem precauções adequadas ao fornecer o apoio de NPPV aos pacientes as circunstâncias respiratórias altamente contagiosos ou desconhecidas. Este estudo é publicado na introdução da CAIXA, o jornal par-revisto de Outubro da Faculdade Americana de Médicos da Caixa.
ASMA DESCONTROLADA PREDOMINANTE ENTRE CRIANÇAS DA MINORIA
As crianças Afro-americanos e Latino-americanos têm uma incidência alta de asma descontrolada, comparada com as crianças Caucasianos com a asma. Usando dados da Avaliação Nacional da Asma, os pesquisadores dos Centros para o Controlo e Prevenção de Enfermidades avaliaram o controle do sintoma, o uso da medicamentação, e a utilização dos cuidados médicos entre o Caucasian 1.485 (55 por cento), o Afro-americano (20 por cento) e (as crianças Latino-americanos de 25 por cento) com a asma actual que residem em Alabama, em Califórnia, em Illinois, ou em Texas. A análise mostrou que, comparado com as crianças Caucasianos, as crianças do Afro-americano e do Hispânico tiveram mais indicadores de asma deficientemente controlada, incluindo a utilização aumentada dos cuidados médicos da emergência, um uso mais diário da medicamentação do salvamento, e um menos uso de corticosteroide inalados. O artigo é publicado na introdução da CAIXA, o jornal par-revisto de Outubro da Faculdade Americana de Médicos da Caixa.