Lama Biliar comum nos cães

Published on November 14, 2012 at 9:15 AM · No Comments

Pelo Indivíduo de Sarah, Repórter dos medwireNews

A lama Biliar ocorre dentro em torno de um terço dos cães, o mais frequentemente em animais superiores, e sem a diferença na freqüência entre homens e fêmeas, análise das mostras de dados da ecografia para mais de 1000 animais.

Especificamente, a circunstância - caracterizada pela bilis engrossada - ocorrida (10 anos ou mais) em cães significativamente superior-mais envelhecidos do que seus jovens (0-4 anos), e (contrapartes de meia idade de 5-9 anos).

Os pesquisadores igualmente não notaram nenhuma associação significativa entre a presença de lama biliar e o género dos cães. Nenhum estava lá toda a correlação entre a circunstância e a freqüência comer, entrada do alimento humano, caseiro, ou comercial, ou da entrada de todos os três tipos do alimento.

“Avaliações ultrasonographic Regulares para determinar quando a formação/dissolução biliares da lama ocorre, além dos testes adicionais tais como a análise microscópica da lama e a análise histopatológica post-mortem da parede da vesícula biliar… pode contribuir à vertente [ding] alguma luz em cima da formação da lama e seu significado clínico nos cães,” sugira P Secchi (Universidade de Passo Fundo, de Brasil) e colegas.

Entre um total de 1021 cães com as limas médicas na Divisão do Diagnóstico da Imagem Lactente de PETLAB (Porto Alegre, Brasil), da lama biliar tida 34,9%, evidenciada na ecografia por ecos de baixo nível sem sombreamento acústico, e com mobilidade gravidade-dependente.

Uma amostra de 100 cães da coorte inicial igualmente submeteu-se à amostra de sangue para a detecção de marcadores bioquímicos que incluem a albumina, a aminotransferase da alanina, a fosfatase alcalina, a gama-glutamyltransferase, proteínas totais, e colesterol.

A lama Biliar era significativamente mais predominante na caniche (23,3%), raças de Cocker spaniel (6,2), e do Lebreiro (nas 5,1%) comparadas com as qualquer outro das 55 raças identificadas, relatório Secchi e outros.

Não encontraram nenhuma diferença significativa em parâmetros bioquímicos dos 100 cães sangue-testados, embora os níveis do CUME fossem mais altamente totais na coorte, e de cães com lama biliar tiveram uns níveis médios mais altos do que aquelas sem, em 426,49 contra 223,91 U/L, respectivamente.

A Presença de lama biliar foi associada com a hepatomegalia em 61,8% dos animais que tomam as drogas sistemáticas que foram diagnosticadas com lama através da ecografia, quando 82,4% de todos os animais com lama tiveram cardiopatia.

Certamente, o único factor que tendeu para o significado na análise de regressão era a presença de doenças cardiovasculares, que foi associada com probabilidades aumentadas as 7,07 uma dobra para ter a lama biliar, relata os autores na Pesquisa na Ciência Veterinária.

A “Hepatomegalia podia originar da congestão passiva. Isto que encontra indica frequentemente cardíaco a não ser infecções hepáticas,” eles escreve.

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