O volume do Cirurgião influencia os resultados pacientes que seguem a resseção retal

Published on November 14, 2012 at 9:15 AM · No Comments

Por Kirsty Oswald, Repórter dos medwireNews

O volume de operações um cirurgião executa as influências curtos e resultados pacientes a longo prazo depois da resseção para a carcinoma retal, dados da mostra de um hospital Alemão.

A esperança que dos autores sua evidência ajudará a esclarecer a controvérsia em curso sobre o impacto do volume do cirurgião, ao contrário do volume do hospital.

“Está provado que mais altamente o volume do hospital confere benefício significativo para a cirurgia do cancro retal,” diga Werner Hohenberger (Universität Erlangen Nürnberg, Alemanha) e colegas. “Contudo, um volume alto do hospital pode igualmente incluir cirurgiões com um baixo volume cirúrgico.”

A análise envolveu 1028 pacientes que se submeteram à resseção no Hospital Erlangen da Universidade entre 1995 e 2010. Importante, os autores incluíram somente os pacientes que se tinham submetido à resseção mesorectal total, uma técnica que reduzisse a variação nos resultados.

77,8% Totais dos pacientes foram operados sobre por cinco cirurgiões do volume alto (7-23 operações/ano), 18,8% por sete cirurgiões do media-volume (3-6/year), e 3,4% pelos cirurgiões de 12 baixo-volumes (<3/year).

Quando os autores olharam resultados a curto prazo, encontraram que, quando a maioria de parâmetros que observaram não diferiu significativamente entre os grupos, pacientes operados sobre pelos cirurgiões do baixo-volume teve um aumento de 5,9 dobras nas probabilidades para a mortalidade pós-operatório comparada com as aquelas operados sobre pelos cirurgiões do volume alto (9,0 contra 1,5%).

A análise A Longo Prazo de 476 pacientes que seguem a cirurgia preliminar revelou que os pacientes que foram operados sobre por cirurgiões do baixo-volume tiveram um aumento de 1,9 dobras nas probabilidades para a morte dentro de 5 anos (30 contra 23%).

os cirurgiões do Media-Volume foram associados igualmente significativamente com probabilidades diminuídas para a sobrevivência assim como um aumento de 1,5 dobras nas probabilidades para desenvolver as metástases distantes comparadas com os cirurgiões do volume alto (26,8 contra 22,5%).

Nos 212 pacientes que foram operados no seguimento radiochemotherapy, representando uns casos mais desafiantes, o volume do cirurgião foi associado significativamente com a sobrevivência diminuída em 7 anos (71,7 contra 60,0%; alto contra o baixo-volume).

“Não há nenhuma dúvida que o cirurgião é um factor prognóstico independente essencial nos pacientes com carcinoma retal,” escreve Hohenberger e colegas no Jornal Internacional da Doença Colorectal.

Contudo, adicionam que seus resultados não diminuem para a importância de outros factores dentro - resultados pacientes.

“Independente ao volume do cirurgião, especialização, experiência, organização do hospital, e sobretudo, a qualidade da excisão mesorectal, a habilidade individual, e a segurança de qualidade regular são factores prognósticos essenciais que fixam bons resultados na cirurgia retal da carcinoma.”

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