Melhores modelos de risco necessários para o cancro da mama receptor-negativo da hormona estrogénica

Published on February 16, 2013 at 6:17 AM · No Comments

Um modelo da previsão do risco de cancro da mama desenvolvido para Afro-Americanos tende a subestimar o risco em determinados subgrupos, de acordo com um estudo novo do Centro da Epidemiologia de Slone (SEC) na Universidade de Boston. O modelo previu o cancro da mama (ER) receptor-negativo da hormona estrogénica, que é um formulário mais agressivo do cancro da mama que afecta desproporcionalmente mulheres Afro-Americanos, mais deficientemente do que o cancro da mama ER-positivo.

O estudo, publicado hoje em linha no Jornal do Instituto Nacional para o Cancro, foi conduzido por Deborah Boggs, por ScD, pelo associado pos-doctoral em Slone e pelo autor correspondente do estudo.

A Ferramenta da Avaliação de Risco do Cancro Da Mama, igualmente conhecida como o modelo de Gail, é usada para calcular o risco de cancro da mama de uma mulher e para determinar a aptidão para experimentações da prevenção de cancro da mama. O modelo de Gail foi desenvolvido com base em dados das mulheres brancas mas foi encontrado para subestimar o risco de cancro da mama em mulheres Afro-Americanos. Os Pesquisadores tinham alterado previamente os dados de utilização modelo de Gail das mulheres Afro-Americanos no Contraceptivo das Mulheres e as Experiências Reprodutivas (CARE) estudam e tinham validado o modelo do CUIDADO entre mulheres Afro-Americanos pós-menopáusicos entre as idades de 50 e de 79.

Neste estudo, os pesquisadores testaram o modelo do CUIDADO entre as mulheres premenopausal e pós-menopáusicos que usam dados do Estudo da Saúde das Mulheres Negras (BWHS), um estudo complementar em curso de 59.000 mulheres Afro-Americanos através dos E.U. Os investigador focalizaram em 45.942 mulheres que tinham 30 a 69 anos velhos e livres do cancro no início do estudo. Encontraram que o modelo do CUIDADO previu exactamente o número de cancro da mama que ocorreriam entre as mulheres que tinham dado o nascimento antes que a idade de 25 mas estêve um predictor menos exacto entre as mulheres que deram primeiramente o nascimento em uma idade mais atrasada, subestimando o número de cancro da mama neste grupo por 29 por cento.

Considerando Que a idade de uma mulher no primeiro nascimento é usada no modelo de Gail para as mulheres brancas, este factor não é usado no modelo do CUIDADO para mulheres Afro-Americanos. Os pesquisadores concluem que a idade no primeiro nascimento pode ser um factor importante a incluir em um modelo de risco para mulheres Afro-Americanos a fim prever melhor o risco de cancro da mama para mulheres com uma idade mais atrasada no primeiro nascimento.

Os autores igualmente encontraram que o modelo do CUIDADO, similar a outros modelos da previsão do risco de cancro da mama, não é uma ferramenta segura para prever o risco individual de uma mulher de desenvolver o cancro da mama. Adicionalmente, era menos eficaz em prever, a nível individual, o cancro da mama ER-negativo do que o cancro da mama ER-positivo.

Os autores concluem que há uma necessidade de desenvolver um modelo de risco melhor para o cancro da mama ER-negativo, um subtipo que sejam associados com um prognóstico mais deficiente do que tumores ER-positivos e que seja diagnosticado mais comumente em mulheres Afro-Americanos do que nas mulheres brancas.

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