O Kinetin para os efeitos da doença de Parkinson em neurónios, diz cientistas

Published on August 16, 2013 at 4:12 AM · No Comments

O ingrediente activo em um creme de pele legal pôde fazer mais do que impedem os enrugamentos. Os Cientistas descobriram que a droga, chamada kinetin, igualmente retarda ou para os efeitos da doença de Parkinson em neurónios.

Os Cientistas identificaram a relação com os estudos bioquímicos e celulares, mas a equipa de investigação está testando agora a droga nos modelos animais de Parkinson. A pesquisa é publicada na introdução do 15 de agosto de 2013 da Pilha do jornal.

O “Kinetin é uma grande molécula a levar a cabo porque é vendido já nas drograrias como um creme tópico do anti-enrugamento,” diz o investigador Kevan Shokat da Universidade Da California, San Francisco de HHMI. “Assim é uma droga que nós sabemos estivemos nos povos e é seguro.”

A doença de Parkinson é uma doença degenerativo que cause a morte dos neurônios no cérebro. Inicialmente, a doença afecta seu movimento e causa tremores, dificuldade que andam, e o discurso slurred. Os Estados avançados da doença podem causar a demência e uns problemas de saúde mais largos. Em 2004, os pesquisadores que estudam uma família Italiana com uma predominância alta da doença de Parkinson do cedo-início descobriram mutações em uma proteína chamada PINK1 associado com o formulário herdado da doença.

Desde então, os estudos mostraram que PINK1 firma normalmente na membrana das mitocôndria danificadas dentro das pilhas que causa uma outra proteína, Parkin, para ser recrutado às mitocôndria, que são organelles responsáveis para a geração da energia. Os Neurônios exigem níveis elevados de produção energética, conseqüentemente quando dano mitocondrial ocorre, pode conduzir à morte neuronal. Contudo, quando Parkin esta presente nas mitocôndria danificadas, enchendo a superfície mitocondrial, a pilha pode sobreviver ao dano. Nos povos que herdam mutações em PINK1, contudo, Parkin é recrutado nunca aos organelles, conduzindo uma morte neuronal mais freqüente do que usual.

Shokat e seus colegas quiseram desenvolver uma maneira de girar sobre ou pôr em marcha acima a actividade PINK1, conseqüentemente impedindo um excesso de morte celular, naqueles com doença de Parkinson herdado. Mas girar sobre a actividade de uma enzima do mutante é tipicamente mais difícil do que obstruindo a actividade de uma versão overactive.

“Quando nós começamos este projecto, nós pensamos realmente que não haveria nenhuma maneira concebível de fazer algo que gira directamente sobre a enzima,” diz Shokat. “Para toda a enzima que nós sabemos que causar uma doença, nós não temos maneiras de fazer inibidores mas nenhuma maneira real de girar acima da actividade.”

Sua equipe esperou que teria que encontrar uma maneira menos directa de imitar a actividade de PINK1 e de recrutar Parkin. Nas esperanças mais inteiramente de compreender como PINK1 trabalha, começou a investigar como PINK1 liga ao ATP, a molécula da energia que o gira normalmente sobre. Em um teste, em vez de adicionar o ATP às enzimas, adicionaram os analogues diferentes do ATP, versões do ATP com grupos químicos alterados que mudam ligeira sua forma. Os Cientistas tipicamente devem projectar versões novas das proteínas para poder aceitar estes analogs, desde que não cabem no local obrigatório típico do ATP. Mas à surpresa de Shokat, um do triphosphate do analogs-kinetin, ou KTP-girado na actividade não somente de PINK1 normal, mas igualmente da versão transformada, que não liga o ATP.

“Esta droga faz algo que quimicamente nós apenas nunca pensamos éramos possíveis,” diz Shokat. “Mas vai mostrar que se você encontra a chave direita para o fechamento direito, você poderá abrir a porta.”

Para testar se o emperramento de KTP a PINK1 conduzido às mesmas conseqüências que o emperramento usual do ATP, o grupo de Shokat mediu a actividade de PINK1 directamente, assim como as conseqüências a jusante desta actividade, incluindo a quantidade de Parkin recrutaram à superfície mitocondrial, e aos níveis de morte celular. Adicionando o precursor de KTP, o kinetin, aos pilha-ambos aqueles com mutações PINK1 e aqueles com normal fisiologia-amplificou a actividade de PINK1, aumentada o nível de Parkin nas mitocôndria danificadas, e níveis diminuídos de morte do neurônio, encontraram.

“O Que nós temos aqui é um caso onde o alvo molecular fosse mostrado para ser importante para Parkinson em estudos genéticos humanos,” diz Shokat. “E agora nós temos uma droga que actue especificamente neste alvo e inverta as causas celulares da doença.”

Os resultados semelhantes nas pilhas com e sem as mutações PINK1 sugerem esse kinetin, que é um precursor a KTP, poderiam ser usados para tratar não somente os pacientes de Parkinson com uma mutação PINK1 conhecida, mas para retardar a progressão da doença naquelas sem uns antecedentes familiares diminuindo a morte celular.

Shokat está executando agora experiências nos efeitos do kinetin nos ratos com os vários formulários da doença de Parkinson. Contudo, a utilidade dos modelos animais na pesquisa de Parkinson foi debatida, e conseqüentemente os resultados positivos dos dados celulares, diz, é um bom indicador como resultados nos animais que esta droga tem o potencial tratar Parkinson nos seres humanos. Os estudos humanos Iniciais focalizarão provavelmente na população pequena dos pacientes com mutações PINK1, e se bem sucedido nesse grupo a droga poderia mais tarde ser testada em uma disposição mais larga dos pacientes de Parkinson.

Source: A Universidade Da California

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