Os Pesquisadores descobrem aproximação nova prometedora para o tratamento da leucemia

Published on February 13, 2014 at 1:17 PM · No Comments

O papel essencial do gene BRG1

Um grupo de pesquisadores no Instituto para a Pesquisa na Imunologia e no Cancro (IRIC) de Universit- de Montr-Al descobriu uma aproximação nova prometedora a tratar a leucemia desarmando um gene que fosse responsável para a progressão do tumor. Esse gene, conhecido como Brg1 é um regulador chave das células estaminais da leucemia que são a causa origem da doença, resistência ao tratamento e têm uma recaída.

Julie Lessard, investigador principal e seus colegas em IRIC passou os quatro anos passados estudando esse gene em colaboração com um outro grupo de investigação na Universidade de Stanford em Califórnia. Os resultados deste estudo são relatados esta semana no Sangue prestigioso do jornal científico.

“Quando nós removemos o gene Brg1, as células estaminais da leucemia eram incapazes de dividir, sobreviver e fazer a tumores novos. Ou seja o cancro foi fechado permanentemente”, Lessard diz.

Uma dificuldade com escolha de objectivos de células estaminais do cancro é que muitos genes essenciais para sua função são igualmente essenciais para células estaminais normais, e as terapias que visam as podem terminar acima o prejuízo de células estaminais saudáveis também. “Impressionante, nós mostramos que o gene Brg1 é dispensável para a função de células estaminais normais do sangue, fazendo a que um alvo terapêutico prometedor no tratamento da leucemia” explica Pierre Thibault, o investigador principal em IRIC e o co-autor neste estudo.

A história mostrou resultados impressionantes em animal de laboratório e em pilhas humanas da leucemia mas é ainda longe da transposição na clínica. “O passo seguinte será desenvolver um inibidor da pequeno-molécula para obstruir com sucesso a função Brg1 na leucemia, assim demonstrando a importância clínica desta descoberta”, Indivíduo Sauvageau dos estados, director geral e investigador principal em IRIC assim como hematologist clínico no H-pital Maisonneuve-Rosemont e co-autor neste estudo.

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