Os Cientistas desenvolvem a microplaqueta para a detecção de costa do RNA do vírus de febre de dengue

Published on July 7, 2014 at 5:25 AM · No Comments

Os Cientistas no Centro para a Pesquisa e Estudos Avançados (Cinvestav) em México desenvolveram uma microplaqueta (igualmente conhecida como o microarray do cDNA) que permite a detecção da costa do RNA do vírus de febre de dengue. A informação genética contida nesta ferramenta científica localiza o serotype exacto da malária que uma pessoa ou um mosquito contaminado estão levando.

De acordo com Maria de Lourdes Muñoz Moreno, pesquisador no Departamento da Genética e da Biologia Molecular em Cinvestav, o problema é que as caixas da febre de dengue estão diagnosticadas às vezes impropriamente. “Uma gripe simples podia ser confundida pela febre de dengue; ou pelo contrário, os últimos poderiam ser diagnosticados como um frio,” disse o especialista.

A microplaqueta permite a análise da costa complementar de ADN (cDNA) obtida do vírus de febre de dengue que está sendo levado pelo paciente contaminado. O especialista de Cinvestav explica que disse que o cDNA está ligado covalently a uma corrediça (carcaça) que possa ser um vidro ou um papel.

Através das pontas de prova identificadas por meio dos elementos fluorescentes, chamados fluorochromes, podem perceber nas cores diferentes da microplaqueta de acordo com o serotype da febre que de dengue o paciente está carregando. Adicionalmente, o microarray do cDNA pode indicar mais de uma cor se o paciente leva dois serotypes.

Muñoz Moreno adicionou que um misdiagnosis da febre de dengue poderia provocar a progressão da doença. “Se um analgésico ou um antistamínico são prescritos ao paciente contaminado pelo vírus, tais drogas poderiam causar uma diluição das paredes dos vasos sanguíneos, assim provocando a febre hemorrágica” o pesquisador disse.

O cientista disse que isso que conhece o serotype preciso do vírus de febre de dengue o paciente é carryng, a progressão da doença pararia e uma continuação óptima do tratamento seria guardarada. “Quando se trata de uma segunda infecção com um outro serotype, os anticorpos que protegem o corpo da febre de dengue na primeira infecção, poderia agora aderir ao vírus de um serotype novo, fazendo com que as pilhas sejam contaminadas mais facilmente,” Muñoz explicado Moreno.

Actualmente, o grupo de investigação em Cinvestav está trabalhando para conseguir um microarray que diferencie a febre de dengue de Chikungubya, uma doença viral relatada recentemente na América Latina que seja transmitida na dengue-como a maneira, causando uma fase febril aguda que dura dois a cinco dias. (IDENTIFICAÇÃO de Agencia).

Source:

Centro para a Pesquisa e Estudos Avançados

Read in | English | Español | Français | Deutsch | Português | Italiano | 日本語 | 한국어 | 简体中文 | 繁體中文 | Nederlands | Русский | Svenska | Polski