Os biomarkers de EGFR prevêem a resposta de NSCLC ao vandetanib

Published on August 20, 2014 at 5:15 PM · No Comments

Por Laura Cowen, Repórter dos medwireNews

As análises do Biomarker de amostras do tumor do estudo do ZODÍACO indicam que o número de cópia do gene do receptor (EGFR) do factor de crescimento e o estado epidérmicos da mutação podem ajudar a identificar muito provavelmente as pacientes que sofre de cancro do pulmão (NSCLC) da não-pequeno-pilha para tirar proveito do tratamento com vandetanib mais o docetaxel.

O Estudo Anderson Ryan autor (Universidade de Oxford, REINO UNIDO) e os colegas explicam que o estudo randomised do ZODÍACO da fase III mostrou aquele que adiciona o vandetanib (100 mg/day) 75 mg/m cada 212 dias) à sobrevivência progressão-livre melhorada do docetaxel ( (PFS)mas à sobrevivência nao total (OS) contra o docetaxel apenas em pacientes unselected com tratado previamente NSCLC localmente avançado ou metastático.

A análise em perspectiva actual do biomarker investigada se a amplificação do gene de EGFR, a expressão da mutação e da proteína, e de KRAS mutação genética previram que pacientes tiram proveito do vandetanib como uma segundo-linha tratamento para NSCLC.

Um total de 431 amostras do tumor do pré-tratamento da população original do estudo estava disponível para a análise pelo menos de um dos biomarkers de planeamento; 88% eram positivos para a expressão da proteína de EGFR pelo immunohistochemistry (EGFR IHC+), 35% tinha aumentado o número de cópia do gene de EGFR na hibridação in situ fluorescente (EGFR FISH+), 14% eram positivos para as mutações de EGFR (EGFR MT+) e 13% eram positivos para as mutações genéticas de KRAS (KRAS MT+).

Os pesquisadores encontraram que os pacientes no subgrupo de EGFR FISH+ que recebeu o vandetanib mais o docetaxel eram prováveis ter PFS significativamente melhor (relação do perigo [HORA] =0.61) e ÓSMIO (HR=0.48) e eram significativamente mais prováveis ter uma taxa de resposta objetiva melhor (ORR; relação das probabilidades [OU] =3.90) do que aqueles que receberam o docetaxel apenas.

Similarmente, os pacientes com os tumores de EGFR MT+ eram mais prováveis beneficiar-se em termos de PFS, de ÓSMIO e de ORR com a adição de vandetanib ao docetaxel, com Horas respectivas de 0,51 e de 0,46 e OU de 3,34 contra o docetaxel apenas.

Pelo contraste, nem os pacientes dos PEIXES de EGFR, da TA de EGFR nem do KRAS+ pareceram beneficiar-se do tratamento do vandetanib, quando os pacientes da TA de KRAS mostraram algum benefício (PFS HR=0.75, ÓSMIO HR=0.87, ORR OR=1.88), mas a nível similar àquele visto na população unselected do estudo.

Ryan e outros notam que uma análise cargo-hoc demonstrou que os pacientes com os tumores da TA de EGFR tiraram proveito do tratamento do vandetanib se os tumores eram EGFR FISH+, mas não se eram PEIXES de EGFR, “indicando que os benefícios do vandetanib em tumores de EGFR FISH+ não estão restringidos aos pacientes com mutações simultâneas de EGFR.”

Concluem nos Anais da Oncologia que seu estudo “levanta a possibilidade que a combinação da quimioterapia do docetaxel e de um EGFR TKI [inibidor da quinase da tirosina] nos pacientes com os tumores de EGFR FISH+ e/ou de EGFR MT+ pode ser digna da posterior investigação desde que os estudos precedentes que não sugeriram nenhum benefício de EGFR em combinação com a quimioterapia estavam em pacientes unselected.”

Licensed from medwireNews with permission from Springer Healthcare Ltd. ©Springer Healthcare Ltd. All rights reserved. Neither of these parties endorse or recommend any commercial products, services, or equipment.

Read in | English | Español | Français | Deutsch | Português | Italiano | 日本語 | 한국어 | 简体中文 | 繁體中文 | Nederlands | Русский | Svenska | Polski