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Antidepressivos e demência: Há uma relação?

Faixa clara a:

A demência é uma desordem neurodegenerative. Não há nenhuma cura para esta condição crônica e progressiva, que danifica a memória assim como o julgamento na função, no comportamento e na língua. Uma grande quantidade de pesquisa na demência é centrada sobre a prevenção desta condição um pouco do que sua cura. Este artigo examina a relação entre antidepressivos e a revelação da demência.

Como os antidepressivos trabalham?

Os antidepressivos são usados para ajudar os pacientes que sofrem da depressão. Muitos tipos diferentes de antidepressivos foram desenvolvidos. São muito similares em seu modo de acção; contudo, diferem na estrutura assim como em seus efeitos adversos. Os inibidores selectivos do reuptake da serotonina (SSRIs) são um tipo de antidepressivos. Obstruem o reuptake da serotonina na pilha de nervo e prolongam sua acção dentro do cérebro. Os inibidores do reuptake da serotonina e do noradrenalin (SNRIs) igualmente inibem o reuptake da serotonina mas igualmente aquele do noradrenalin, aumentando os níveis de ambos os neurotransmissor sobre uma duração mais longa no cérebro. Uma outra categoria da droga é sabida como inibidores de oxidase de monoamine (MAOIs); igualmente aumentam a duração da activação neuronal pela serotonina e do noradrenalin fazendo a mais dura para que a oxidase de monoamine quebre-os para baixo.

Os antidepressivos podem afectar o risco de demência por seus mecanismos diferentes da acção, que podem incluir as características anticholinergic, citotoxidade em muitas pilhas normais, crescimento e morte do neurônio, alguns efeitos adversos neurológicos e outros sintomas.

Medicamentações de antidepressivo. Crédito de imagem: Shidlovski/Shutterstock
Medicamentações de antidepressivo. Crédito de imagem: Shidlovski/Shutterstock

Há uma relação entre antidepressivos e o risco aumentado de demência?

Algumas hipóteses sugerem uma relação entre a entrada do antidepressivo e o risco de demência. Uma teoria é que os antidepressivos têm características anticholinergic; podem obstruir a acção do acetylcholine dentro do sistema nervoso central ou periférico. Porque a actividade anticholinergic influencia a função cognitiva dos pacientes, o uso destas drogas é pensado para aumentar o risco de demência.

Contudo, outros estudos sugerem que os antidepressivos poderiam ter os efeitos anti-inflamatórios devido a um modo diferente de acção, tal como a alteração da activação glial, que reduz o risco de demência.

Os estudos em ambas as hipóteses foram conduzidos. Quando alguns estudos não mostrarem nenhum risco aumentado de demência associado com os antidepressivos, outro relataram risco reduzido e aumentado de demência nos pacientes que tomam antidepressivos. As discrepâncias nestes estudos puderam ser devido às diferenças nos tipos do estudo.

Em muitos casos, uns pacientes mais idosos são tratados com os cocktail das drogas para várias circunstâncias. Algumas destas drogas têm o mesmo modo de acção, que inclui a obstrução do acetylcholine do neurotransmissor. Os antidepressivos igualmente compartilham deste mecanismo da acção. Um bloqueio tão maciço do acetylcholine podia ter um impacto no cérebro com respeito à cognição, à memória e à aprendizagem.

Um estudo usou dados sobre sobre 40.000 povos que eram mais de 65 anos de idade, e sofrimento da demência, assim como 300.000 pacientes sem demência. Baseado em uma análise das drogas prescritas, os cientistas concluíram que os pacientes com uma história de tomar drogas anticholinergic entre 4 e 20 anos mais adiantado eram mais prováveis desenvolver a demência. O risco de demência foi aumentado especialmente, 10% a 13%, nos pacientes que estavam em drogas para o tratamento da depressão, da doença de Parkinson, e dos problemas da bexiga. Conseqüentemente, os pesquisadores recomendaram o cuidado ao prescrever estas drogas. Contudo, outros cientistas discordam com a conclusão do estudo que estas drogas aumentam o risco da demência.

O Dr. Parastou Donyai, professor adjunto da farmácia social e cognitiva na universidade de leitura, é um deles. Indica que este estudo indicou somente o risco aumentado de demência ligado ao uso regular dos antidepressivos. Destaca o facto de que muitos pacientes tomam sua metade prescrita da medicamentação somente do tempo ou menos, ou de forma alguma.

Um outro estudo muito recente por Arad Kodesh. e outros, os dados usados sobre sobre 75.000 pacientes envelheceram 60 anos e para detectar sobre uma relação entre um risco aumentado de demência e a entrada do antidepressivo. Contudo, o estudo não relatou nenhuma estratificação do risco pela droga ou pela classe específica da droga, embora outro mostrou que os antidepressivos tricyclic diminuem o risco de demência. Uma outra méta-análisis recente relatou um risco aumentado de desenvolver a demência em uns pacientes mais idosos que tomassem antidepressivos em relação aos pacientes que não tomam nenhuns antidepressivos. Além disso, este estudo revelou que os pacientes na terapia do inibidor de oxidase de monoamine tiveram um risco mais alto de desenvolver a demência comparado com os pacientes em inibidores tricyclic e selectivos do reuptake da serotonina.

Mensagem neta

A controvérsia e o tentativeness ainda marcam a associação do risco da demência e do uso regular do antidepressivo. Todavia, estes resultados do estudo são importantes para que os fornecedores de serviços de saúde considerem antes de começar pacientes com depressão em antidepressivos.

Em todo caso, recomenda-se que o tratamento com estes tipos de drogas deve ser somente por um curto período de tempo, e com monitoração simultânea para todos os sintomas relativos à demência.

Os antidepressivos são ainda drogas extensamente prescritas e são vitais manter a qualidade da vida normal em alguns pacientes. Contudo, sem o consenso no risco de demência com antidepressivos, uns estudos mais em grande escala sobre um mais a longo prazo serão necessários. Isto ajudará a responder ao que antidepressivo pode ser ligado a um risco mais alto de demência.

Fontes

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Last Updated: Aug 22, 2019

Clare Knight

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Clare Knight

Since graduating from the University of Cardiff, Wales with first-class honors in Applied Psychology (BSc) in 2004, Clare has gained more than 15 years of experience in conducting and disseminating social justice and applied healthcare research.

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