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Identificando sintomas adiantados em Parkinson

A doença de Parkinson é a segunda - a maioria de condição neurológica predominante depois da doença de Alzheimer. Aqueles com da circunstância as dificuldades do movimento da experiência tipicamente, os deficits cognitivos, as desordens afectivas do comorbid, e as dificuldades do sono.

Doença de Parkinsons

Crédito de imagem: Jne Valokuvaus/Shutterstock.com

Devido à natureza progressiva da doença e dos efeitos de deliberação dos sintomas, pesquisadores continue a investigar activamente sua etiologia. A pesquisa nova identificou com sucesso as mudanças neuropathological que precedem o início dos sintomas em 20 anos.  

Identificando sintomas adiantados na doença de Parkinson

Os pesquisadores na Faculdade Londres do rei identificaram com sucesso os marcadores neurológicos os mais adiantados da doença de Parkinson (PD) que podem prever a probabilidade de alguém que desenvolve a circunstância 20 anos antes que apresentem com todos os sintomas.

Espera-se que estudando as fases iniciais de paládio, os tratamentos apropriados podem ser planejados para ajudar a retardar a progressão da doença, que foi uma grande difìcil para muitos pesquisadores.

Até agora, a pesquisa identificou com sucesso uma associação com paládio e níveis diminuídos da dopamina no negro do substantia. Em conseqüência disto, muitas opções do tratamento apontam aliviar sintomas aumentando níveis da dopamina no cérebro. Contudo, nenhuma cura existe actualmente para a doença.

O estudo, publicado no ano passado na neurologia da lanceta do jornal, identificou alterações dentro dos sistemas serotonergic do neurotransmissor no cérebro nas fases iniciais mesmas de paládio.

Mudanças nos sistemas da serotonina

Os pesquisadores fizeram a varredura do cérebro de 14 indivíduos envelhecidos entre 20 e 40 quem teve uma mutação genética atípica que aumentasse dràstica seu risco de desenvolver o paládio idiopático antes que alcançasse seus anos quarenta atrasados ou anos 50.

Especificamente, a amostra era portadores da mutação de ponto dominante de A53T para o gene do α-synuclein (SNCA). A mutação deriva-se de um pequeno número de vilas em Grécia do norte e naquelas que emigraram a Itália.

Baseado na pesquisa precedente dentro desta população, a equipe sups que tais portadores têm irregularidades dentro de seus sistemas do neurotransmissor da serotonina. Esta patologia actual antes que um diagnóstico do paládio provavelmente estiver ligado ao início da doença.

A metade dos participantes na altura da pesquisa tinha sido diagnosticada com paládio, quando a outra metade não estava apresentando actualmente com sintomas.

Os 14 participantes submeteram-se a um grupo de avaliações e de imagem lactente de cérebro e a seus dados comparados contra 65 indivíduos com o paládio idiopático confirmado e os 25 controles saudáveis.

Ao analisar os resultados, a equipe encontrou que os portadores genéticos da mutação tiveram significativamente níveis inferiores da serotonina que é envolvida tipicamente no movimento, na cognição, e no humor.

Esta patologia era evidente antes de toda a apresentação de dificuldades do movimento ou muda no sistema da dopamina.

Implicações

A pesquisa da equipe contrasta com o que é compreendido actualmente sobre o início da doença. Contudo, os resultados prometedores poderiam conduzir à revelação das ferramentas da selecção que poderiam identificar aquelas o mais em risco e conduzir a maneira para o tratamento novo.

Por exemplo, professor Marios Politis, investigador principal dos pesquisadores notáveis, “nossos resultados sugerem que a detecção atempada de mudanças no sistema da serotonina poderia os estares abertos à revelação das terapias novas retardar, e impedem finalmente [] a progressão da doença de Parkinson.”

Contudo, antes que este possa ser conseguido, os resultados precisariam de ser replicated em tamanhos da amostra maiores e na tecnologia mais disponível da exploração produzidos.

Que é Parkinson?

Parkinson é uma doença neurogenerative progressiva. Aqueles com experiência do paládio os seguintes sinais e sintomas principais:

  • Um tremor de descanso caracterizado como a agitação involuntário dos membros que originam tipicamente no braço ou na mão.
  • Rigidez caracterizada como a tensão e a rigidez dos músculos.
  • Bradicinesia definida como a lentidão do movimento.

Uma escala de sintomas físicos e psicológicos adicionais pode igualmente ser experiente. Estes incluem a constipação, o anosmia, deficiência orgânica eréctil, prejuízo cognitivo suave, e ansiedade e depressão.

Há uma latência longa entre a perda de dopamina e o início dos sintomas. Em conseqüência, alguns dos sintomas não podem apresentar até que aproximadamente 70-80% dos neurônios da dopamina estejam perdidos.

Considerando que isto, pesquisadores destacou a importância de identificar indivíduos nas fases intermediárias da doença a fim desenvolver estratégias neuroprotective do tratamento.

Biomarkers de Parkinson

As indicações neuropathological da doença de Parkinson incluem a presença de corpos de Lewy que contêm uma proteína chamada α-synuclein no cérebro e o depigmentation da dopamina. Não é actualmente boa compreendida que disparadores algumas destas indicações a elevarar.

Contudo, diversas mutações genéticas foram mostradas para ser associadas, incluindo GBA1, VPS35, α-syn, mutações PINK1, e LRRK2.

Uma escala de outros biomarkers foi identificada igualmente que inclui o orexin, o MHPG, e o ApoA1.

Orexin

Orexin é um tipo de hormona do neuropeptide encontrado no hipotálamo. Sua função preliminar é regular funções corporais, incluindo aqueles envolvidos com o sono e a função cardiovascular. A pesquisa mostrou que aquelas com paládio têm umas mais baixas quantidades de orexin-A qual tem um relacionamento negativo com severidade do paládio.

3-methoxy-4-hydroxyphenylglycol (MHPG)

MGPG mostrou a promessa como um biomarker. Pode ajudar médicos a diferenciar-se entre condições neurodegenerative tais como o paládio, demência com corpos de Lewy, doença de Alzheimer analisando sua concentração no soro, e o líquido cerebrospinal.

ApoA1

Apolipoprotein (ApoA1) além do que o apoE, um apolipoprotein similar, lipidos do transporte no cérebro. A pesquisa mostrou que aquelas com paládio frequentemente têm umas mais baixas concentrações de apoaA1 no líquido cerebrospinal e podem, conseqüentemente, ser usadas como um biomarker para a doença.

Fontes

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Last Updated: May 1, 2020

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