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Acordo informado e anestesiologia pacientes

O acordo informado pode ser definido como o processo por meio de que um paciente é fornecido com o suficiente e a informações exactas sobre os benefícios e os riscos de um curso propor da terapia ou do procedimento, para equipar como base tais indivíduos com o conhecimento em qual têm um direito de rejeitar ou aceitar a terapia. Em uns termos mais directos, o acordo informado é formulado no legal e nos fundos morais da autonomia do paciente.

Doutor que prepara a anestesia para a cirurgia. Crédito de imagem: Cerejas/Shutterstock
Doutor que prepara a anestesia para a cirurgia. Crédito de imagem: Cerejas/Shutterstock

Em a maioria, se não em tudo, em países, todo o adulto e mentalmente - os pacientes competentes têm o direito de fazer decisões autônomas a respeito de suas normas sanitárias médicas e. Este direito é reservado contanto que o paciente tem a capacidade ou a capacidade fazer e compreender voluntàriamente a decisão na presença da divulgação completa no que diz respeito à terapia na pergunta.

A falha de um fornecedor de serviços de saúde aderir aos princípios de acordo informado pode conduzir ao litígio, porque é punível pela lei em muitas jurisdições.

Contudo, há umas exceções nos casos tais como as situações de emergência, onde a ajuda médica deve ser fornecida para evitar a morbosidade ou a mortalidade irreversível. Um outro exemplo de uma exceção seria um adulto que fosse mental-incompetente e nao capaz de compreender a situação.

Em contraste com o acordo informado, há o acordo implicado, que é aplicável para interacções simples, tais como a inspecção ou a auscultação durante um exame físico. Umas interacções mais invasoras, tais como a administração da anestesia, que é associada com os efeitos adversos em alguns pacientes, exigem explicitamente o acordo informado.   

Documentação e uso na anestesia

É imperativo que os específicos dos agentes anestésicos que serão usados e os riscos originais ao paciente, assim como aqueles que são comuns a todos os pacientes que se submetem ao tratamento ou ao procedimento na pergunta, estão discutidos e documentados em detalhe.

Os antecedentes familiares do paciente assim como, com morbosidades de coexistência e/ou reacções alérgicas do passado, são os elementos críticos que devem ser documentados como a evidência que a discussão ocorreu.

Se as partes importantes de uma discussão não são escritas para baixo, a seguir que a discussão é legalmente inexistente (mesmo se aconteceu) e esta abre a porta à responsabilidade.

Alguns proponentes notam que uma lista ou uma indicação que abrangem os factores de risco comuns podem ser feitas genèrica, quando os riscos originais ao paciente puderem ser escritos dentro como um apêndice. Esta sugestão pode ser bastante útil em clínicas ocupadas.

Contudo, os oponentes a esta sugestão reivindicam que os pacientes tomam raramente o momento de ler o texto pré-imprimido.

Além disso, é crucial que o acordo informado para a anestesia está tomado pelo anesthesiologist e não pelo cirurgião, porque a anestesia não é no âmbito do domínio médico e legal do cirurgião.

Algumas associações da anestesia recomendam formulários separados do acordo informado para a anestesia e o procedimento cirúrgico real.

Esta recomendação é feita na observação que combinando estes dois ramos distintos de procedimentos médicos (isto é anestesia e cirurgia) em um formulário do acordo, de-sublinha significativamente o papel da anestesia. Esta redução do significado da anestesia em um ajuste cirúrgico aumenta o potencial para processos legais.

Quando um paciente puder ter a capacidade dar o acordo informado para a cirurgia, o mesmo não pode ter sido aplicável à anestesia, especialmente se um anesthesiologist não estava actual.

Referências

Further Reading

Last Updated: Feb 26, 2019

Dr. Damien Jonas Wilson

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Dr. Damien Jonas Wilson

Dr. Damien Jonas Wilson is a medical doctor from St. Martin in the Carribean. He was awarded his Medical Degree (MD) from the University of Zagreb Teaching Hospital. His training in general medicine and surgery compliments his degree in biomolecular engineering (BASc.Eng.) from Utrecht, the Netherlands. During this degree, he completed a dissertation in the field of oncology at the Harvard Medical School/ Massachusetts General Hospital. Dr. Wilson currently works in the UK as a medical practitioner.

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