Pesquisa de Pseudomyxoma Peritonei (PMP)

O peritonei de Pseudomyxoma (PMP) é um tipo de tumor caracterizado pela disseminação progressiva geléia-como de ascites e de tumor mucinous no peritônio. O PMP é uma doença rara com uma ocorrência anual aproximada dos casos 0,5 a 1 em cada 100.000 povos.

O peritonei do pseudomyxoma do termo foi inventado primeiramente por Werth em 1884. Frankel era a primeira pessoa para representar o caso em relação com o saco do apêndice em 1901. Normalmente, o PMP é adquirido dos tipos diferentes de sinais e de sintomas desconhecidos, que incluem o inchamento, a dor abdominal, ou o bloqueio nos movimentos de entranhas.

Pesquisa baseada na natureza do PMP

Em setembro de 2002, a Faculdade de Medicina do UCLA, EUA, publicou um artigo que analisa as causas do peritonei do pseudomyxoma. Neste estudo o autor inspeccionou o cDNA especial do mucin e os anticorpos similares para determinar um marcador típico para o PMP.

Finalmente, encontrou-se que os genes MUC2 e MUC5AC têm a propriedade química de ter um formulário da geléia que exibisse o PMP. Entre os dois tipos de mucin, a expressão MUC2 é mais familiar, porque contem a relação média da pilha do mucin em 10: 1.

O 22 de outubro de 2008, sete autores vieram junto analisar a relação de agentes microbianos com a progressão do PMP. Neste estudo, uma experiência foi conduzida usando a técnica immunohistochemical ultra-estrutural com um tecido da amostra tomado de um paciente de PMCA.

O teste mostrou a presença de bactérias expressadas no PMP. Igualmente encontrou-se que a fase maligno do PMP ocorre devido à presença de uma quantidade aumentada da densidade bacteriana e do gene MUC2. Assim, confirmou-se que as bactérias jogam um papel importante em desenvolver o PMP.

Uma pesquisa foi publicada intitulou “perfis moleculars do peritonei de primeira qualidade e de baixo grau do pseudomyxoma” em outubro de 2015. Neste estudo foi analisado 18 tumores do PMP que consistem em 10 DPAMs e em 8 PMCAs. Após ter examinado o DNAs extraído dos tumores, um número total de 35 mutações somáticas em 10 genes foi detectado.

Tirando a conclusão, os pesquisadores sugeriram que a característica hereditária comum do PMP fosse KRAS, e/ou mutações de GNAS, em TP53, ou genes que são relacionados ao intervalo de PI3K-AKT que pode causar a transformação maligno ao PMP. Esta identificação pode ser amplamente utilizada em conhecer as características dos tumores e ajudar a desenvolver as terapias.

Pesquisa sobre a “revelação do tratamento”

Em maio de 1991, oito autores recolheram para pesquisar completamente os tratamentos possíveis para a cura do PMP. Concluíram que o bloqueio causado pela compressão intestinal está aliviado somente por um tratamento conhecido como debulking cirúrgico.

Isto é seguido pelo tratamento secundário tal como a quimioterapia, a imunoterapia, e a radioterapia, que produz várias respostas. Assim, até que a tâmara lá for tratamento secundário apropriado não disponível para a cura do PMP.

Três pesquisadores a saber, Arijit Mukherjee, Shubhayu Banerjee, e Brendan J Moran conduziram um estudo para encontrar o tratamento possível para a cura do PMP durante 2004. Aqui, os autores encontraram que a cirurgia combinada com a quimioterapia intraperitoneal dá um bom sentimento ao paciente. Assim concluíram que a remoção completa do tumor é possível.

O estudo intitulou de “a cirurgia Cytoreductive e a quimioterapia intraperitoneal perioperative para o peritonei do pseudomyxoma dos neoplasma mucinous appendiceal” foi pesquisada por seis autores para fornecer a sobrevivência a longo prazo para o paciente afetado PMP. O objetivo deste estudo era investigar o tratamento que é relacionado aos marcadores moleculars prognósticos nos pacientes que tomaram o CRS com cirurgia do PIC para o PMP.

Em novembro de 2008, havia um estudo de caso empreendido em um homem das pessoas de 55 anos que sofre do PMP, determinado pela varredura do CT. O estudo explicou que poderia tomar 10 ciclos da quimioterapia geral com regime FOLFOX4 após a operação. Mostrou a resposta excelente por 21 meses. Este estudo trouxe acima a possibilidade nova de tratamento de quimioterapia para esta doença rara.

Em junho de 2013, um estudo foi conduzido em relação à revelação dos antibióticos para matar as bactérias actuais no mucin. A investigação processada dando um antibiótico a 14 pacientes com o DPMA ou o PMCA. Os resultados obtidos mostraram que os pacientes de PMCA que recebem antibióticos têm pouca densidade bacteriana, mas esta não está assim em pacientes de DPMA. A membrana de pilha e o catenin foram aumentados em ambas as categorias. Assim os pesquisadores sugeriram que o antibiótico fornecesse a melhor protecção através da separação da pilha e da dispersão celular. Contudo, a melhor descoberta era necessário.

Um estudo conduzido em 2017, que inspeccione 41 pacientes de uma idade média de 65 anos, encontrado que os pacientes que se tinham submetido já à apendicectomia não podem precisar uma nova operação, mas uma continuação contínua com varredura do CT é bastante.

O estudo foi baseado nos registros dos pacientes que tiveram a cirurgia preliminar e identificams com LAMN, determinados na maior parte pelos resultados da histologia recolhidos durante o período desde 2007 até 2013. O diagnóstico de LAMN com varredura do CT por continuamente dois anos até 2015 foi feito semestralmente.

Fontes

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Last Updated: Jun 26, 2019

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