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Vista geral de sistema do complemento

O sistema de complemento é um grupo de proteínas actuais no plasma normal que permitem anticorpos de matar as bactérias.

Crédito: Christoph Burgstedt/Shutterstock.com

Foi chamado complemento do `' porque ajudou à actividade anti-bacteriana dos anticorpos. Contudo, sabe-se agora que o sistema de complemento pode ser activado cedo em uma infecção sem a presença de anticorpos. Isto sugere que possa primeiramente ter evoluído como parte do sistema imunitário inato.

O complemento trabalha com o sistema imunitário

As proteínas do sistema de complemento reagem um com o otro aos micróbios patogénicos do ligamento e provocam uma resposta inflamatório da cascata à infecção da luta.

Muitas proteínas de complemento são os proteases que são activados pela segmentação proteolytic. Estas proteínas são chamadas zymogens. O pepsina da enzima digestiva é um exemplo de um zymogen. É segregado como a proteína inactiva do precursor pepsinogen, e fendido ao pepsina no ambiente ácido do estômago.

Os zymogens do precursor são distribuídos através do corpo e activados localmente em locais da infecção. O sistema é activado através de uma cascata da enzima em qual o zymogen seja fendido e activado, e fende então outros, e assim por diante. A activação de um pequeno número de proteínas de complemento é amplificada então por cada círculo da segmentação. A reacção do complemento pode tornar-se desproporcional. Assim, os mecanismos reguladores igualmente existem para impedir reacções fora de controle.

O complemento protege contra a infecção em três maneiras. Em primeiro lugar, activa um grande número proteínas de complemento que ligam aos micróbios patogénicos de modo que possam ser tragadas por fagócito. Em segundo, os fragmentos de proteínas de complemento podem actuar como chemoattractants para recrutar fagócito. E último, componentes do complemento na extremidade das bactérias chain de dano pondo furos na membrana.

Componentes do complemento

Há três caminhos por que a cascata do complemento pode ser activada na superfície de um micróbio patogénico. O caminho clássico é iniciado ligando de C1q à superfície do micróbio patogénico, ou ligando de C1q aos complexos do anticorpo/antígeno, formando uma relação entre a imunidade inata e adaptável.

Um outro modo de activação é o caminho mannan-obrigatório do lectin (caminho do MB-lectin). Isso é iniciado ligando do lectin mannan-obrigatório da proteína de soro aos hidratos de carbono decontenção no micróbio patogénico. O último modo de activação é chamado o caminho alternativo. Iniciou quando um componente ativado do complemento liga à superfície de um micróbio patogénico.

Cada caminho provoca uma série de reacções que conduzem à criação do convertase C3, conhecida como eventos do ` cedo' da activação do complemento. O convertase C3 é limitado covalently ao micróbio patogénico. C3 é fendido para gerar C3b, que negocia a inflamação. C3b visa o micróbio patogénico para a destruição por um fagócito.

Igualmente liga o convertase C3 para formar C5 o convertase, que produz C5a, um mediador pequeno do peptide da inflamação, e C5b, um componente que comece o ` tarde' encene da activação do complemento. A fase atrasada é uma série de reacções da polimerização tendo por resultado um complexo do membrana-ataque. O complexo do ataque da membrana cria um poro na membrana de pilha de alguns bactérias e vírus.

O complemento é um mecanismo significativo para o reconhecimento e o afastamento dos micróbios patogénicos. O sistema pode ser activado pelos micróbios patogénicos ou por um anticorpo do micróbio-limite. A actividade do sistema de complemento é modulada pelas proteínas reguladoras que impedem dano de tecido que poderia resultar do emperramento incorrecto de proteínas componentes ativadas.

Fontes:

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Last Updated: Feb 26, 2019

Dr. Catherine Shaffer

Written by

Dr. Catherine Shaffer

Catherine Shaffer is a freelance science and health writer from Michigan. She has written for a wide variety of trade and consumer publications on life sciences topics, particularly in the area of drug discovery and development. She holds a Ph.D. in Biological Chemistry and began her career as a laboratory researcher before transitioning to science writing. She also writes and publishes fiction, and in her free time enjoys yoga, biking, and taking care of her pets.

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