Aviso: Esta página é uma tradução automática da página original em inglês. Por favor note uma vez que as traduções são geradas por máquinas, não tradução tudo será perfeita. Este site e suas páginas da Web destinam-se a ler em inglês. Qualquer tradução deste site e suas páginas da Web pode ser imprecisas e imprecisos no todo ou em parte. Esta tradução é fornecida como uma conveniência.

Pesquisa Nova no Vírus e no Cancro do Colo do Útero (HPV) de Papiloma Humano

Vírus e Cancro do Colo do Útero (HPV) de Papiloma Humano

O Cancro do colo do útero é o segundo-mais cancro predominante nas mulheres e, apesar das melhorias encorajadoras em selecionar a condução a uma detecção mais adiantada, o cancro do colo do útero ainda mata muitas mulheres cada ano. O risco de cancro do colo do útero é aumentado pela infecção com determinados tipos de vírus de papiloma humano (HPV). Explicando as relações entre factores genéticos de HPV e factores ambientais, e o início do cancro, progressão, e o resultado, pode conduzir para melhorar opções testes prognósticos e de diagnóstico, e do tratamento e da prevenção.

Introdução

Exactamente que causas uma pessoa para desenvolver o cancro? Há os cancros que têm factores de risco ambientais claros, por exemplo, câncer pulmonar e fumo. Há os cancros que têm factores de risco genéticos claros, por exemplo algumas famílias levam uma mutação em um de diversos genes particulares, que causa o cancro da mama. Contudo, há alguns fumadores que não desenvolvem o câncer pulmonar, e somente uma proporção pequena (5-10%) de cancro da mama pode ser atribuída às mutações hereditárias. O complexo, e ainda o relacionamento deficientemente compreendido entre o perfil genético de um indivíduo e o ambiente em que vive são a chave a como uma pessoa desenvolve o cancro, a como o cancro os afecta, e como respondem às terapias particulares do cancro.

LICR fez um comprometimento principal a determinar o relacionamento entre a infecção de HPV e o cancro do colo do útero. Em 1985, os cientistas de LICR em São Paulo Ramificam em Brasil, um país com uma das incidências as mais altas do cancro do colo do útero no mundo, lançaram um programa de investigação detalhado para estudar as relações entre a infecção de HPV, factores sociais, e cancro do colo do útero. Os investigador de LICR realizaram diversos estudos a longo prazo dos cancros do colo do útero nas mulheres em áreas diferentes em Brasil, particularmente nas regiões do país em que a predominância de HPV é alta.

Relacionamento entre a Infecção de HPV e a Neoplasia Intraepithelial Cervical

Em 1993, os cientistas de LICR começaram um grande estudo de coorte da história natural da infecção de HPV e do risco de lesões cervicais em colaboração com pesquisadores da Universidade de McGill, e a Universidade de Toronto em Canadá. As histórias médicas e patológicas de dois mil mulheres de São Paulo foram seguidas durante um período de cinco anos, e a colaboração usou os dados obtidos para avaliar a predominância e a incidência da infecção de HPV e da neoplasia intraepithelial cervical (crescimento e proliferação aumentados das pilhas epiteliais da cerviz) em um grande número mulheres.

Diversos tipos de HPV foram identificados, confirmando uma observação precedente que as regiões diferentes do mundo têm tensões diferentes de HPV. Esta informação é importante porque permite os investigador de deduzir uma formulação vacinal potencial que seja apropriada a essa região particular. Além Disso, os investigador mostraram que os perfis de risco do cancro das mulheres que têm infecções oncogenic e não-oncogenic de HPV eram diferentes, que tem implicações para o planeamento de estratégias preventivas específicas, com base em campanhas de educação e/ou em vacinas de HPV, que são visados reduzindo o risco de cancro do colo do útero. Os estudos da história natural mostraram que as infecções de HPV eram muito comuns em mulheres sexualmente activos, particularmente aqueles em umas idades mais novas. Contudo, a maioria de infecções de HPV é transiente, e não parece ser importante na carcinogénese cervical.

Somente uma fracção pequena das mulheres contaminadas com tipos de alto risco de HPV progrediu eventualmente às lesões e ao cancro do colo do útero intraepithelial de primeira qualidade. Isto estabeleceu um papel importante na revelação do cancro para outros factores, tais como a dieta, o uso do contraceptivo oral, o fumo de tabaco, a co-infecção com o vírus de imunodeficiência humana (HIV) ou outras doenças de transmissão sexual. Os estudos os mais recentes indicam que o risco para a progressão da doença parece ser associado com a persistência da infecção com tipos de alto risco de HPV, e com a quantidade de presente do vírus, a carga viral do `'. Assim cedo o exame e o tratamento da infecção de HPV, junto com campanhas de educação a respeito do estilo de vida fatoram, podem bem diminuir o risco de lesões intraepithelial que tornam-se o cancro do colo do útero.

Epidemiologia Molecular de HPV

A equipe de LICR está estudando as variações da seqüência de nucleotide de duas tensões oncogenic diferentes de HPV, HPV-16 e HPV-18, como uma ferramenta para estudos epidemiológicos da transmissão viral e da persistência. A equipe encontrou que as variações intratypic da seqüência em HPV-16 são um predictor importante da progressão de benigno às lesões cervicais malignos. Os investigador igualmente encontraram que as variações não européias da seqüência do `' de HPV-16 e de HPV-18 estiveram associadas mais fortemente com o risco de neoplasia cervical do que variações Européias do `', quando comparado com o outro HPVs oncogenic e baixo risco oncogenic HPVs. A realização que as variações não européias de HPV-16 e de HPV-18 podem risco oncogenic confer aumentado pode explicar porque há uma incidência desproporcionalmente alta do cancro do colo do útero nas regiões diferentes do mundo que são povoadas por raças não européias do `'.

As diferenças da Seqüência nos genomas de HPV são importantes para determinar o potencial infeccioso de variações diferentes, mas são igualmente muito importantes para identificar resumos antigénicos para vacinas de HPV. Os resumos Antigénicos são seqüências da proteína nas tensões de HPV que são reconhecidas, e visado assim, pelo sistema imunitário. Pouco é sabido sobre a influência de moléculas diferentes de HLA (haplotypes de HLA) na resposta imune de um indivíduo a HPV. Cada molécula de HLA apresenta fragmentos específicos da proteína para o reconhecimento pelo sistema imunitário, e a equipe de LICR encontrou que a susceptibilidade ao cancro do colo do útero estêve associada com a presença e a ausência de determinados haplotypes de HLA. De facto, os estudos do LICR sugerem que os haplotypes diferentes de HLA estejam envolvidos na susceptibilidade genética à carcinoma de pilha squamous (SCC) assim como na infecção de HPV em mulheres Brasileiras. Compreendendo o papel que determinadas moléculas de HLA jogam em respostas imunes contra infecções de HPV e a carcinogénese cervical subseqüente ajudará a desenvolver melhores aproximações para impedir e tratar o cancro do colo do útero com a vacinação e a imunoterapia, respectivamente.

Vacina de HPV

Recentemente, LICR, através de seu Ramo de São Paulo, partnered com Merck, Sharp & o Dohme para coordenar uma experimentação da Fase II em Brasil para uma Vacina Quadrivalent de HPV projectou induzir um reconhecimento imune de quatro tensões de HPV (HPV-6, -11, -16, e -18). A primeira análise foi conduzida, e a equipe está executando actualmente programas da eficácia da Fase III para a vacina de HPV. Se provado seguro e eficaz, uma vacina que impeça a infecção com tipos patogénicos comuns de HPV serão um avanço principal no controle (anal, cervical, e penile) de cancros anogenital.