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Amamentar diminui o risco de doença cardíaca mais tarde na vida

Um estudo BRITÂNICO recente de 216 adolescentes, publicado na lanceta, encontrada que amamentar na infância é provável reduzir o risco de aterosclerose e a doença cardiovascular em uma vida mais atrasada.

A pesquisa pelo instituto BRITÂNICO das saúdes infanteis encontrou que amamentando igualmente ajudado a reduzir relações de baixa densidade à proteína do colesterol da lipoproteína high-density que foi ligada às artérias obstruídas.

Os resultados sugerem que o leite materno humano poderia ajudar a proteger contra a aterosclerose.

A aterosclerose é uma doença caracterizada pelo endurecimento das artérias causadas pelo depósito do material gordo na parede arterial.

As pilhas residentes interpretam esta como uma intrusão, o “atendimento para a ajuda”, e a inflamação resultam. As pilhas imunes chamadas os monocytes que circulam no sangue entram na parede da artéria, transformam-na em macrófagos e ingerem-na a gordura que é sob a forma das partículas de LDL (lipoproteína da baixa densidade), transformando desse modo em grandes da “pilhas espuma”. A inflamação igualmente faz com que um tampão fibroso seja formado entre os depósitos gordos e o forro da artéria (o intima). Estes depósitos gordos tampados (chamados os atheromas) reduzem o vaso sanguíneo. Isto pode conduzir ao redução (estenose) da artéria. Os atheromas são frágeis. Quando rompem, os tecidos da parede da artéria estão expor ao sangue que coagula. Um bloqueio parcial pode então formar que seja convertido rapidamente em uma obstrução completa, tendo por resultado um cardíaco de ataque ou um curso, segundo que a artéria é obstruída.

A pesquisa olhou um grupo de adolescentes que tinham sido estudados já como bebês prematuros. Tinham sido atribuídos aleatòria para ser alimentados com leite materno, leite da fórmula padrão ou fórmula prematura.

Os adolescentes foram reexaminados quando foram envelhecidos 13 a 16. As amostras de sangue foram recolhidas e as relações colesterol “ruim” de HDL do colesterol de LDL do “bom” foram estudadas

Os resultados indicaram que aqueles que tinham sido dadas o leite materno durante a infância tiveram uma relação significativamente mais baixa do mau ao bom colesterol do que aqueles leite dado da fórmula.

Os pesquisadores igualmente examinaram concentrações de proteína c-reactiva (CRP). Umas concentrações mais altas são associadas com a revelação da aterosclerose.

Os adolescentes que tinham sido criados ao peito tiveram umas mais baixas concentrações de CRP do que aquelas que tinham sido dadas a fórmula.

Os factores tais como o peso ao nascimento, o peso adolescente e a classe social não diferiram entre o peito e grupos dados mamadeira.

A equipa de investigação sugere que esta poderia ser porque os bebês criados ao peito crescem mais lentamente do que aqueles que são dadas mamadeira.