O tratamento da hipertensão podia reduzir cursos hemorrágicos por quase 30 por cento

Tratar a hipertensão podia cortar o número anual de cursos do sangramento nos Estados Unidos por aproximadamente um quarto, de acordo com um relatório na introdução rápida de hoje do acesso do curso: Jornal da associação americana do coração.

“Nós calculamos que 17 por cento a 28 por cento de cursos hemorrágicos entre pacientes hypertensive estariam impedidos se tinham estado no tratamento da hipertensão,” disseram que o autor principal Daniel corteja, M.D., professor adjunto da neurologia na universidade de Cincinnati.  Contudo, mesmo quando tratado, a pressão do alto-sangue permanece um factor de risco significativo para cursos hemorrágicos.

Corteje e seus colegas encontraram que o risco para o curso hemorrágico entre povos com hipertensão não tratada era 3,7 vezes maior do que aquele para a população geral em e à volta de Cincinnati.  O risco para os pacientes tratados da hipertensão era 1,4 vezes mais altamente.

As hemorragia causam aproximadamente 20 por cento de todos os cursos.  Incluem dois tipos básicos: hemorragia intracerebral (ICH) e hemorragia subarachnoid (SAH).  ICH ocorre quando um vaso sanguíneo rompe dentro do cérebro.  SAH resulta do sangramento no espaço entre o cérebro e o forro que bordadura ele.

Aproximadamente metade dos povos que mandam um curso hemorrágico morrer.  Muitos sobreviventes são deixados com a paralisia e outros efeitos debilitantes.

Os pesquisadores estudaram 549 pacientes tratados para o curso entre maio de 1997 e dezembro de 2002 em 16 hospitais dentro de um raio de 50 milhas da universidade de Cincinnati e compararam-nos à idade, raça e género-combinaram-nos controles.  Entre seus outros resultados:

  • Os pacientes não tratados da hipertensão tiveram um risco maior de 4,4 dobras de ICH e o risco para pacientes tratados era as épocas l.6 mais altamente do que o grupo de controle.
  • Entre pacientes de SAH, o grupo não tratado teve uma três-dobra do risco que dos controles. Os pacientes não tratados tiveram um risco estatìstica insignificante 1,1 vezes de mais altamente.
  • As mulheres eram mais prováveis do que homens ser tratadas para a hipertensão.
  • Os pretos eram menos prováveis ser tratados para a hipertensão do que nonblacks.   Contudo, após o controlo para o estado do seguro, não havia nenhuma diferença significativa na taxa não tratada de pretos e de nonblacks.

Os co-autores são Mary Haverbusch, R.N.; Padmini Sekar, M.S.; Brett Kissela, M.D.; Jane Khoury, M.S.; Alexander Schneider, M.D.; Alvorecer Kleindorfer, M.D.; Jerzy Szaflarski, M.D., Ph.D.; Arthur Pancioli, M.D.; Edward Jauch, M.D.; Charles Moomaw, Ph.D.; Laura Sauerbeck, R.N.; James Gebel, M.D.; e Joseph Broderick, M.D.