A comparação de terapias do antiretroviral mostra que o tenofovir DF e o stavudine são ingualmente eficazes

Os resultados de uma experimentação dobro-cegada de três anos que compare terapias do antiretroviral mostram que os regimes da combinação do tenofovir DF e do stavudine, são ingualmente eficazes, embora o tenofovir DF tem uns resultados mais favoráveis no que diz respeito aos níveis de colesterol e ao sistema nervoso.

O estudo foi publicado na introdução actual do jornal de American Medical Association, uma edição devotada unicamente à epidemia actual de HIV/AIDS.

Joel E. Galhardo, M.D., M.P.H., o autor principal dos estudos, o da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, Baltimore, apresentou os resultados na conferência internacional do AIDS em Banguecoque, Tailândia.

A terapia de antiretroviral altamente activa (HAART) transformou a infecção do vírus de imunodeficiência (HIV) humana em uma doença manejável crônica, de acordo com a informações gerais no artigo. O artigo igualmente indica aquele embora muitos regimes abaixem a carga viral do plasma abaixo do limite de detecção na maioria de pacientes, mantendo uma resposta durável permanece desafiante devido aos efeitos adversos, à toxicidade a longo prazo, e às programações de dose complexas, que podem conduzir ao nonadherence, à falha virologic, e à resistência de droga.

Para avaliar a segurança e a eficácia do tratamento do fumarate do disoproxil (DF) do tenofovir nos pacientes que não tiveram a terapia do antiretroviral, o Dr. Galhardo e os colegas conduziu uma experimentação randomized, dobro-cega que compara o tenofovir DF com o stavudine, dado em combinação com o lamivudine e o efavirenz. O estudo foi conduzido em 81 centros nos Estados Unidos, na Ámérica do Sul, e na Europa desde o 9 de junho de 2000, ao 30 de janeiro de 2004. Um total de 753 pacientes contaminados com VIH foi seleccionado e 602 pacientes incorporaram o estudo. Os pacientes randomized para receber o tenofovir DF (n=299) ou o stavudine (n=303), com placebo correspondente, em combinação com o lamivudine e o efavirenz. A eficácia foi medida como a proporção de pacientes com uma carga viral do VIH (RNA do plasma VIH) de menos de 400 copies/mL na semana 48.

Os pesquisadores encontraram que a proporção de pacientes com uma carga viral de menos de 400 copies/mL na semana 48 era 239 (80 por cento) de 299 nos pacientes que recebem o tenofovir DF e de 253 (84 por cento) de 301 nos pacientes que recebem o stavudine. A equivalência foi demonstrada nas análises secundárias (RNA <50 copies/mL do VIH) na semana 48 e com 144 semanas. A falha de Virologic era o mais frequentemente associada com resistência do efavirenz e do lamivudine.

A respeito da segurança, o tenofovir DF foi associado com um aumento médio significativamente mais baixo da linha de base em triglycerides de jejum, no colesterol total, no colesterol directamente medido da lipoproteína de baixa densidade, e em um aumento mais alto no colesterol da lipoproteína high-density. Mais pacientes exigiram a adição de agentes deredução no grupo do stavudine. A neuropatia periférica (que inclui a dor ou a dormência nos pés ou nos pés) e o lipodystrophy investigador-relatado (uma circunstância caracterizada por mudanças na distribuição da gordura corporal) eram menos comum no grupo do DF do tenofovir.

“Este é ao nosso conhecimento os primeiro grande 3 anos, experimentação randomized, dobro-cega da terapia do antiretroviral em pacientes tratamento-ingénuos,” os pesquisadores escreve. “A elevada percentagem dos pacientes que conseguem o nível do RNA do VIH abaixo do limite de quantificação com 144 semanas em ambos os regimes é presumida ser devido a uma combinação da potência das drogas usadas e a tolerabilidade e a simplicidade dos regimes.”

“Estes dados apoiam o uso do tenofovir DF como um componente da terapia inicial para a infecção pelo HIV. Igualmente fornecem um apoio mais adicional para o uso de regimes efavirenz-baseados nesta população paciente. Embora o tenofovir DF e o stavudine executem igualmente bem no que diz respeito à potência antivirosa, os resultados de 3 anos indicam que o tenofovir DF estêve associado com menos toxicidade do que o stavudine,” os autores concluem.