Aviso: Esta página é uma tradução automática da página original em inglês. Por favor note uma vez que as traduções são geradas por máquinas, não tradução tudo será perfeita. Este site e suas páginas da Web destinam-se a ler em inglês. Qualquer tradução deste site e suas páginas da Web pode ser imprecisas e imprecisos no todo ou em parte. Esta tradução é fornecida como uma conveniência.

O ADN saiu dos excessos, mecanismo novo para a evolução

Uma equipe dos pesquisadores do Universitat Autònoma de Barcelona (UAB) descobriu que os transposons, as seqüências pequenas do ADN que viajam através dos genomas, podem silenciar os genes junto a eles induzindo uma molécula chamada RNA antisentido. Este é um mecanismo novo para a evolução que foi desconhecida até aqui.

Transposons é as seqüências repetidas do ADN que se movem através dos genomas. Têm sido considerados por muito tempo como uma parte inútil do material genético, excessos deixados ADN. Contudo, é cada vez mais claro que os transposons podem causar mudanças favoráveis para a adaptação e a sobrevivência do organismo.

Neste projecto de investigação, os cientistas de UAB demonstraram que um transposon introduzido no genoma da drosófila (um modelo usado para muitos estudos genéticos) silenciou um gene junto a ele, isto é, ele reduziu seu nível de expressão significativamente. A expressão de um gene consiste em usar o ADN como um molde para sintetizar uma molécula chamou um RNA de mensageiro, que em seu próprio ambiente seja usado para sintetizar uma proteína particular. De acordo com o que os pesquisadores viram, o transposon estimula a síntese de uma molécula que seja complementar ao RNA de mensageiro normal. Esta molécula complementar nova (de que os cientistas chamaram RNA antisentido) junta-se com o RNA normal do gene que obstrui o de sintetizar a proteína. Mesmo que a pesquisa seja realizada sobre o buzzatii da drosófila da espécie, os pesquisadores indicam que os transposons, que nos genomas humanos representam 45% do material genético, poderiam provocar o mesmo tipo de silenciar o efeito em nossa espécie.

O trabalho publicado agora é uma continuação de estudos precedentes. Em 1999, a equipa de investigação dirigida pelo Dr. Alfredo Ruiz, do departamento da genética e da microbiologia no UAB, publicou um artigo na ciência onde demonstraram que uma inversão cromossomática no buzzatii da drosófila estêve gerada pela actividade do transposon. As inversão são formadas girando um segmento do cromossoma de cabeça para baixo de modo que seja orientado no sentido oposto. Na drosófila demonstrou-se que as inversão cromossomáticas têm frequentemente um valor adaptável, isto é, que os indivíduos que mandam cromossomas com a inversão mostrar algumas vantagens sobre aquelas que não fazem, mesmo que ele ainda obscuro o que é o mecanismo usado pelas inversão para causar estas diferenças.

No caso do do buzzatii da drosófila muitos transposons foram encontrados introduzidos nos pontos de quebra, mas somente nos cromossomas com a inversão e não normais (sem uma inversão). Um destes transposons, chamado Kepler, é responsável para este silêncio da expressão genética, descoberto recentemente. O facto de que este transposon esta presente somente nos cromossomas com a inversão implica que o gene está silenciado somente nos indivíduos que têm estes cromossomas invertidos, e não naqueles com cromossomas normais. Sabe-se que as moscas com esta inversão são maiores e se tornam durante um período mais longo de tempo do que as moscas sem a inversão. Poderia ser, mesmo que não se provasse ainda, que estas diferenças estão causadas silenciando o gene junto ao Kepler. Se isto é assim, este mecanismo recentemente descoberto poderia explicar o valor adaptável da inversão cromossomática.

Os participantes no projecto de investigação são Marta Puig, do departamento da genética e da microbiologia do UAB; Mario Cáceres, do departamento da genética humana da Faculdade de Medicina da universidade de Emory em Atlanta (EUA); e Alfredo Ruiz, director do projecto de investigação e responsável do grupo de Genomic, de Biocomputing e de evolução (Grup de Genòmica, Bioinformàtica mim Evolució) no UAB.