Os cientistas enganaram assuntos em uma experiência em acreditar que uma mão de borracha era parte de seu próprio corpo

Os cientistas em Oxford e em UCL enganaram assuntos em uma experiência em acreditar que uma mão de borracha era parte de seu próprio corpo.

Os resultados sobre a consciência do cérebro de seu próprio corpo conduzirão esperançosamente para melhorar a compreensão das desordens da auto-percepção, como por exemplo nos pacientes feridos no cérebro que já não reconhecem seus próprios membros após o curso, ou nos amputados que ainda experimentam a dor dos membros que são já não lá.

Oferece-se na experiência, que era uma colaboração entre psicólogos em UCL e Oxford, escondeu sua mão real abaixo de uma tabela inclinada, quando uma mão de borracha foi colocada na frente deles em uma posição plausível para que seja parte de seu próprio corpo. A borracha e as mãos reais foram afagadas então simultaneamente com uma escova de pintura. Os assuntos, que poderiam sentir seu próprio braço que está sendo escovado enquanto consideraram a mão de borracha que está sendo afagada, experimentaram a ilusão vívida que a mão falsificada era realmente parte de seu próprio corpo.

Os pesquisadores usaram a ressonância magnética funcional para fazer a varredura da actividade de cérebro durante a tarefa. Os resultados, publicados no mês passado na ciência, mostram essa uma área do cérebro, o córtice do premotor, integram a informação de todos os sentidos produzir um sentimento da posse do `' das partes do corpo.

Se a informação dos vários sentidos é incompatível, como na experiência, a vista tenderá a dominar - e assim que os começos do cérebro ao ` acreditam' o que vê que um pouco do que o que sente.

Em média tomou a assuntos 11 segundos ao sentimento do começo esse a mão de borracha como parte de seu próprio corpo. Quando pedido para apontar a sua mão após a experiência, a mais aguçado à mão falsificada. Mais forte o sentimento da posse, maior a actividade gravada no córtice do premotor.

O ` que distingue-se oneself do ambiente é um problema crítico, diário que tenha que ser resolvido pelo sistema nervoso central de todos os animais,' disse Henrik Ehrsson, líder do estudo. O ` se a distinção falha, o animal pôde tentar alimentar nse e não poderá planear as acções que envolvem partes do corpo e objetos externos, tais como o alcance para uma banana.'

Imagem: um voluntário encontra-se com sua mão real escondida e uma mão de borracha na vista. Crédito: Dr. Henrik Ehrsson, University College Londres.