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A pesquisa sugere que o victimisation na infância aumente o risco de desordens dementes, tais como a esquizofrenia ou a depressão maníaca

Os povos com psicose relatam um excesso marcado de imolar experiências, muitas de que ocorrido durante a infância, de acordo com um estudo novo.

A pesquisa sugere que as circunstâncias adversas cedo na vida possam ser mais comuns nos povos que desenvolvem mais tarde desordens dementes, tais como a esquizofrenia ou a depressão maníaca.

Este estudo, publicado na introdução de setembro do jornal britânico do psiquiatria, usou dados da segunda avaliação nacional britânica da morbosidade psiquiátrica para examinar associações entre desordens dementes e um número de experiências adiantadas do victimisation.

As desordens psiquiátricas foram identificadas com uma avaliação estruturada de 8580 adultos que vivem em privado agregados familiares em Grâ Bretanha. Os respondentes foram perguntados se tinham experimentado os eventos selecionados, que foram indicados em cartões.

As três áreas cobriram problemas, doença e falecimento incluídos do relacionamento; o emprego e as crises financeiras; e em terceiro lugar experiências do victimisation. O victimisation experimenta o abuso sexual incluído, tiranizando, violência na HOME, ser executado afastado, cronometra-o em uma instituição das crianças, sendo expelido da escola, sendo desabrigado ou sendo uma vítima da doença séria, do ferimento ou do assalto

Encontrou-se que todos com exceção de uma das experiências estiveram relatados significativamente mais freqüentemente por povos com desordens dementes do que por aqueles sem problemas psiquiátricas, a experiência a mais freqüente do victimisation que é abuso sexual. Os povos com transtornos mentais, dependência do álcool ou dependência de droga comum igualmente tiveram taxas altas de relatar tais experiências.

No caso de cada experiência o risco relativo era o mais alto no grupo da psicose, com uma exceção interessante: não estava sendo sendo expelido da escola mais freqüente no grupo da psicose do que no grupo de controle normal, mas relatou-se consideravelmente mais frequentemente no grupo álcool-dependente, e foi-se particularmente mais freqüente no grupo droga-dependente.

Os autores do estudo comentam que sendo expelido envolve a resposta de autoridades de escola ao comportamento inaceitável, sugerindo que os povos com psicose possam ter sido social reticentes na adolescência, em contraste com o comportamento de actuação-para fora do ` adiantado' daqueles com problemas do abuso do álcool e da droga.

Os estudos da pesquisa têm sugerido previamente que o mau tratamento nos primeiros anos pudesse influenciar a revelação da esquizofrenia, mas ingualmente que as estranhezas comportáveis na infância podem conduzir ao mau tratamento e ser um sinal adiantado da esquizofrenia se tornando. Os autores concluem que há uma contribuição social importante para as causas da psicose.

Sugerem que os clínicos procurem estabelecer a existência e a importância de imolar experiências em seus pacientes. a terapia Cognitivo-comportável para a psicose deve continuar a centrar-se sobre o significado de uns traumatismos mais adiantados com relação às experiências dementes.