Pesquisa vital nos efeitos do nascimento prematuro durante todo a infância

Os resultados de um estudo complementar nos bebês carregados foram publicados extremamente prematuramente na semana passada (quinta-feira 6 de janeiro) em New England Journal da medicina.

O gourmet é o primeiro estudo no Reino Unido que seguiu um grupo de bebês carregados extremamente prematuramente em 25 ou na gestação de menos semanas em 1995 e avaliado lhes em 2 6 do ½ anos do ½ e de idade.

A avaliação do ano de 2 ½ foi publicada em 2000 e os resultados da continuação que avaliam as crianças na idade escolar adiantada foram publicados apenas.

O professor Dieter Wolke, um dos autores desta pesquisa, começou seu trabalho quando no departamento de psicologia na universidade de Hertfordshire e do ele se mover desde sobre para a universidade de Bristol e é director da fundação de Jacobs baseada em Suíça. É ainda um residente do fim de semana em St Albans onde suas duas crianças continuam a ir à escola.

O professor Dieter Wolke e o professor Marlow da universidade de Nottingham eram comum responsáveis para as 6 avaliações dos anos de idade do ½. Este estudo é da importância vital para dar a pais alguma orientação a respeito do futuro possível para este grupo pequeno de bebês.

O professor Dieter Wolke disse: “Este é o primeiro estudo no mundo inteiro que documentou nascimentos toda extremamente prematuros para um todo o país e seguiu as crianças na infância. Os resultados fornecem a prova científica que informa pais, peritos e discussões éticas e de política no cuidado neonatal e da continuação para os infantes carregados nos limites de sobrevivência neste país e no mundo inteiro.”

A avaliação do ano de 2 ½ mostrou que 50% dos bebês de sobrevivência disponíveis para a continuação não teve nenhuma inabilidade, 25% teve algum nível de inabilidade e 25% teve a inabilidade severa. Os resultados os mais atrasados de 241 das crianças de sobrevivência avaliadas na idade escolar adiantada, encontrada que as dificuldades de aprendizagem poderiam ser detectadas mais exactamente do que na avaliação mais adiantada.

Encontrou que 20% das crianças não teve nenhum problema, 22% teve a inabilidade severa tal como a paralisia cerebral severa (crianças que não andam), contagens cognitivas muito baixas, cegueira ou surdez profunda, 12% teve a paralisia cerebral com inabilidade severa ou moderado do motor, 24% teve a inabilidade moderado tal como a paralisia cerebral (mas o passeio), contagens de IQ/cognitive na escala das necessidades do special, poucos graus de prejuízo do visual ou de audição e de 34% tiveram uns problemas mais suaves tais como vidros vestindo ou baixas/contagens cognitivas normais.