A felicidade faz seu sócio feliz - mas somente se você é casado

A pesquisa nova pela universidade do pesquisador Nick Powdthavee de Warwick revela que um homem ou uma mulher casada estão satisfeitos significativamente mais com sua vida em que seu sócio é satisfeito com a vida. Mas igualmente não encontrou quase nenhuma evidência da mesma influência entre os pares que preferem a coabitação à união.

A pesquisa, apresentada no Congresso Anual da sociedade econômica real esta semana, examinou aceitada extensamente, mas testado raramente, opinião que uma pessoa casada tende a se tornar mais feliz quando seu esposo se torna mais feliz.

Devido a esta suposição, é mais fácil pensar da união como uma troca em que dois partidos concordam compartilhar, não somente possessões materiais mas igualmente experimenta de boas e maus momentos, assim como outras coisas nonmaterial que importam à felicidade dos indivíduos.

Os resultados desta universidade da análise de Warwick de dados da satisfação da vida dos 9.704 indivíduos casados na avaliação de painel britânica do agregado familiar (1996-2000 e 2002) mostram que há um efeito positivo e significativo da satisfação da vida do esposo satisfação da vida do indivíduo em própria.

O efeito calculado da satisfação da vida do esposo é igualmente importante, assim como estatìstica significativo; um aumento de 30% na contagem da satisfação da vida do esposo do ano anterior pode completamente deslocar o impacto negativo do desemprego na satisfação da vida do respondente. É igualmente significativamente maior do que o efeito de possuir seu imediato home, e é igual não a ter que passar no ano passado ao redor dois meses no hospital.

A pesquisa igualmente realizou o mesmo teste para aquelas quem estão coabitando meramente. Não encontrou a mesma evidência robusta da satisfação da vida que está sendo determinada comum entre aqueles pares que preferem a coabitação à união. Considerando o valor deste encontrar, pode vir como uma surpresa alguns povos que são usados à suposição que a ideia da risco-partilha entre pares igualmente aplica aos sócios em grupos não-maritais.