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A droga Nova Crestor do colesterol causa interesses da segurança

Um estudo por um jornal médico principal concluiu que a droga controversa Crestor de AstraZeneca produz mais de duas vezes tantos como efeitos secundários como o outro colesterol comum que abaixa tratamentos.

De acordo com os autores do relatório têm interesses sobre a segurança da droga, e sugerem que as drogas alternativas sejam usadas antes que Crestor esteja prescrito a fim diminuir o risco.

O Cidadão Público do grupo de consumidores dos E.U., tem chamado para que a droga seja proibida e a empresa dos fármacos discordou fortemente com a pesquisa nova.

Somente recentemente um ruling pelo regulador dos E.U. Food and Drug Administration, suportado a opinião da empresa que é tão seguro quanto as drogas rivais.

O estudo foi publicado ontem pela Circulação, o jornal da Associação Americana do Coração, nos efeitos secundários considerados em Crestor e em outras drogas Lipitor, Zocor e Pravachol do anti-colesterol da terra comum, e concluiu que a taxa de efeitos secundários que incluem o rhabdomyolysis, uma doença de desperdício potencial fatal do músculo, e a insuficiência renal é mais alta ao tomar Crestor do que as outras drogas.

A taxa de eventos adversos era 28 por milhão prescrições para Crestor, mais de duas vezes de que de seus rivais.

O artigo disse que a taxa de Crestor era menos do que a metade aquele de Baycol, uma droga que fosse em 2001 retirado devido aos efeitos secundários e às mortes severos.

Todas As drogas estão em uma classe conhecida como statins.

Mas os autores advertem que seu estudo teve limitações, mas concluído que as etapas devem ser tomadas para minimizar o risco quando mais o estudo ocorrer.

O estudo, que foi escrito pelo Dr. Richard Karas e outro do investigador de AHA, diz os interesses dos aumentos da análise sobre a segurança da droga na escala das doses usadas na prática clínica comum.

Contudo outros peritos forçam que os efeitos secundários são ainda raros, mesmo de Crestor. O Dr. Scott Grundy, director do centro para a nutrição humana nos E.U., diz que é importante recordar que a maioria de efeitos secundários, incluindo (músculo que desperdiça), desaparecem em cima da retirada da medicamentação, e seria infeliz para que os pacientes parem tomar statins de medo dos efeitos secundários porque aquela aumentaria seu risco de cardíaco de ataque.

A noite passada AstraZeneca disse: “O estudo implica que porque as taxas do cargo-mercado de relatórios adversos espontâneos do evento eram mais altas, o risco é igualmente mais alto. Isto está efectiva incorrecto.”