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Proteína envolvida “na doença da vaca louca”

A pesquisa do cérebro do jornal tem publicado recentemente os resultados do trabalho de pesquisa por cientistas da universidade de Navarra.

O trabalho descreve a presença e o lugar da proteína celular do prião (PrPC) no cérebro do rato e caracteriza os neurônios expressados nisso, sobretudo dentro do córtice cerebral deste roedor.

Os autores são José Luis Velayos e Francisco José Moleres, cientistas da pesquisa no departamento da anatomia na universidade de Navarra.

O PrPC é uma proteína fisiológico normal, especialmente presente no sistema nervoso central, incluindo aquele do ser humano, com funções que são sabidas pouco até agora. As proteínas prionic alteradas, micróbios patogénicos, infectants, isto é prião, são responsáveis para encefalopatias espongiformes, entre estes que são encefalopatia espongiforme bovina (EBS ou doença das vacas loucas). A fim operar-se, os prião exigem a presença do PrPC. Assim, a importância desta investigação para o lugar do PrPC no sistema nervoso central.

Encontrar o PrPC significou que podendo identificar que coloca no sistema nervoso central os prião opere. Os resultados permitiram a equipa de investigação de estabelecer que o PrPC é uma proteína envolvida no metabolismo neuronal do cálcio. Além disso, a existência dos neurônios sem PrPC e cercados por ninhos do perineuronal quebra com a hipótese, até agora, que o desaparecimento de tais ninhos - um formulário especial da matriz extracelular - é um evento preliminar no curso das encefalopatias espongiformes; um pouco é evento secundário.

De acordo com as observações dos pesquisadores', a perda destes ninhos e morte neuronal conseqüente são devido ao dano produzido após a aparência dos prião no cérebro, onde actuam em cima de tais ninhos do perineuronal, entre outras estruturas.

De acordo com os comentários dos pesquisadores', extrapolando estes resultados do rato ao ser humano são válidos, dado que os resultados semelhantes tinham sido obtidos após ter realizado o estudo em cérebros humanos. Além disso, este trabalho e outro realizados nos cérebros da raça autóctone de Pyrenees da vaca ajudarão a explicar os mecanismos de funcionamento dos prião na encefalopatia espongiforme bovina.

Este estudo, publicado na pesquisa do cérebro, é uma adição ao trabalho do departamento da histologia e da anatomia patológicas na universidade de Navarra em relação à maneira em que os prião inscrevem a câmara de ar digestiva dos bovinos, que do órgão incorporam o sistema nervoso central, causando a doença das vacas loucas ou a encefalopatia espongiforme bovina.