Megabat um reservatório para o vírus de Ebola

Os pesquisadores de IRD sucederam na primeira identificação dos bastões como um reservatório natural potencial de vírus de Ebola. Diversas epidemias da febre haemorrhagic raged na República Democrática do Congo e em Gabão desde 2001, batendo seres humanos e primatas simultaneamente. A rota de transmissão do vírus dos grandes macacos aos seres humanos foi sabida já, contudo nem o reservatório natural nem os meios da transmissão viral prévia a estes primatas tinham sido identificados até aqui.

Os cientistas do IRD e do CIRMF (1) estão publicando na natureza que do jornal um estudo em animais vertebrados pequenos capturou perto das carcaças de primatas contaminados. A equipa de investigação detectou anticorpos específicos do vírus de Ebola no soro de três espécies de megabat tropicais. E revelado a presença de fragmentos virais do genoma no fígado e no baço destes animais vertebrados. As observações indicaram que os grandes primatas se tornam contaminados directamente pelo contacto com estes bastões. Estes resultados são um elemento essencial para compreender o ciclo de vírus de Ebola em seu ambiente natural e poderiam provar decisivo para a prevenção de epidemias do vírus de Ebola do ser humano.

O vírus de Ebola (da família de Filoviridae) foi identificado primeiramente em 1976 na República Democrática do Congo Democrática (Zaire ex). Foi a fonte de diversas epidemias letais em África central. Quatro subtipos existem, três de que raiva no continente africano. O subtipo de zaire, o mais perigoso para seres humanos, era responsável para oito epidemias que bateram Gabão e a República Democrática do Congo desde 1995. A infecção por este subtipo nos seres humanos é expressada por uma febre haemorrhagic violenta que em 80% dos casos mate a vítima em alguns dias. Houve uma sucessão de 14 epidemias de Ebola em África desde 1976. Dez de que foram causados pelo secundário-tipo de zaire, gerando 1850 casos resultando em 1300 mortes.

A transmissão viral aos seres humanos ocorre pelo contacto directo com as carcaças contaminadas do primata (2). Contudo, embora sejam a fonte de infecção humana, estes animais não são o reservatório para o vírus. Os grandes primatas desenvolvem a doença e morrem somente os dias após se que estão sendo contaminados, eventos de seguimento da contaminação provocados pelo contacto com o reservatório. As investigações numerosas, conduzidas desde 1976 e apontando identificar este reservatório, foram mal sucedidas. Eric Leroy do IRD em Gabão e seus colegas de trabalho do CIRMF (1) têm identificado agora alguma espécie tropical do bastão como um reservatório potencial do vírus de Ebola, o fruto dos estudos que empreendeu entre 2001 e 2003 na região fronteiriça entre Gabão e a República Democrática do Congo. Publicam seus resultados hoje.

As epidemias humanas que se alargaram acima desde 2001 foram ligadas às manifestações virais múltiplas em diversas espécies animais que incluem chimpanzés, gorila e duiker. Durante estes episódios epidémicos, os pesquisadores capturaram aproximadamente 1000 animais vertebrados pequenos na boa saúde (roedores, musaranhos, bastões, pássaros e esquilos) da vizinhança das carcaças de primatas contaminados. Executaram uma escala das análises: uma busca para anticorpos específicos do vírus de Ebola no soro, e para o genoma viral em determinados órgãos; isolamento do vírus em linha celular sensíveis; immunohistochemistry de secções do órgão.

Estas técnicas ajudadas a detectar anticorpos específicos do subtipo de zaire no soro de três espécies de bastão: Monstrosus de Hypsignasthus, franqueti de Epomops e torquata de Myonycteris. Igualmente foi demonstrada a presença de seqüências do RNA de Ebola no fígado e no baço destes mesmos animais. Estes bastões são conseqüentemente portadores do vírus de Ebola sem desenvolver a doença, que os indica para ser um reservatório natural potencial para esse vírus.

As observações epidemiológicas, além disso, mostraram o pico da mortalidade nos grandes primatas para coincidir com a estação seca, um período durante que os recursos do alimento diminuem consideravelmente. Os bastões e os primatas daqui participam na competição para alimentar, que aumentaria ocasiões quando viriam mais perto junto e conduziriam um contacto mais freqüente. Um elemento mais adicional é que a estação seca é uma época em que os bastões derem o nascimento. Sob o efeito de diversos factores (deficiências do alimento, competição entre homens e parto), o nível e a natureza de respostas imunes nos bastões mudam provavelmente substancialmente durante este período.

Uma conseqüência de tais circunstâncias seria uma ressunção da réplica viral, mesmo a emergência do vírus infeccioso no sangue destes animais. Os grandes primatas seriam contaminados quando as duas espécies recolhem na grande proximidade para comer o fruto da mesma árvore, pelo contacto directo com o sangue e líquidos placental dos bastões liberados quando os bastões fêmeas deram o nascimento. Uma disposição mais adicional de investigações é corrente: primeiro procurar isolar o vírus nestes tecidos e confirmar subseqüentemente as rotas da contaminação e de transmissão descritas.

Estes resultados derramaram a luz nova na natureza episódico de epidemias de Ebola nos primatas e nos seres humanos. Além, os indícios a respeito da revelação de estratégias da prevenção a fim proteger os primatas do vírus de Ebola podiam ser fornecidos pelo conhecimento melhorado da distribuição ecológica destas espécies de bastões. Os últimos, especialmente monstrosus de Hypsignathus, certamente frequentemente são travados e comidos pelos povos que vivem em regiões epidemia-propensas. Conseqüentemente, os programas da consciência pública e uma entrada das cadeias alimentares essenciais para as necessidades de vilas remotas durante a estação seca devem ajudar a evitar a transmissão do vírus de Ebola dos bastões aos seres humanos.

(1) CIRMF

(2) vêem o n° científico 192 do boletim - em janeiro de 2004, de “vírus Ebola uma ameaça às populações do grande macaco”. Publicação da referência: E.M. Leroy, P. Rouquet, P. Formenty, S. Souquière, A. Kilbourne, J.M. Froment, M. Bermejo, S. Smit, W. Karesh, R. Swanepoel, S.R. Zaki, e eventos da transmissão do vírus de P.E. Rollin- Múltiplo Ebola e diminuição rápida de animais selvagens da África Central, ciência, n° 5655 do Vol. 303, o 16 de janeiro de 2004