Sabido pouco sobre os impactos do cancro na mão-de-obra australiana

Trinta e sete mil australianos envelhecidos 20-64 anos de idade foram diagnosticados com cancro em 2001 contudo pouco é sabido surpreendentemente sobre os impactos do cancro na mão-de-obra australiana, de acordo com a universidade do sociólogo de Novo Gales do Sul, Frances Lovejoy.

“Nós conhecemos muito pouco sobre a experiência de trabalhadores australianos uma vez que são diagnosticados com cancro,” dizemos a Senhora Lovejoy que passou em 2004 cinco meses nos deveres claros que seguem a cirurgia e a quimioterapia para tratar o cancro do ovário.

““Soldado em” no trabalho, reduzem seu horas, trabalhos do interruptor ou trabalho da licença completamente? Estas são perguntas que nós conhecemos pequeno aproximadamente. Em meu caso eu soube que eu tinha pensado nunca sobre o que toma ao trabalho com uma doença crônica até que eu fiquei o cancro,” ela diz

“A evidência internacional sugere que o cancro tenha impactos principais na produtividade da mão-de-obra e nas subsistências dos trabalhadores,” Lovejoy diz. Dos “os dados da mão-de-obra E.U. revelam que 90 por cento dos povos diagnosticados com cancro ficam no trabalho após seu diagnóstico e no mínimo na parte de seu período do tratamento.

“Parece que os povos com cancro têm muitas razões ficar sobre no trabalho, mesmo se significa a diminuição de seus horários laborais ou a comutação a uns deveres mais claros. Por que? Porque as contas médicas têm que ser pagas, e trabalho é frequentemente uma parte central de nossos vidas sociais e sentido do valor pessoal.”

“Muitos povos podem tolerá-la trabalhando mesmo que possam ter sintomas tais como a dor e a náusea crônicas,” dizem. “A maioria podem “soldado em” com estes sintomas. O que para a maioria de pessoa da continuação trabalhar é a fadiga que acompanha frequentemente terapias típicas do cancro.”

Com seu colega, a canção de natal Healy, que estêve com o cancro periódico, Senhora Lovejoy está examinando pacientes que sofre de cancro e sobreviventes na comunidade sobre as seguintes perguntas:

  • Como os workmates, os supervisores, e os empregadores actuais e futuros respondem ao diagnóstico inicial do cancro e aos diagnósticos periódicos?
  • Os sobreviventes do cancro ficam no mesmo trabalho, no interruptor a um trabalho menos de exigência ou no trabalho de meio expediente, promovem o treinamento, ou renuncie?
  • Como este as decisões do trabalho/vida são afectadas pelo estado do trabalho, pelo género, pela idade, pela afiliação étnica, e pelos outros factores?
  • Que são as barreiras principais ao emprego dos sobreviventes do cancro e que são os mecanismos principais do apoio?
  • Que tipos de perdas da produtividade ocorrem devido ao cancro e ao seu tratamento?