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Produtos químicos Tóxicos que afetam os cérebros das crianças

De acordo com um relatório novo os produtos químicos tóxicos podem causar uma pandemia de desordens do cérebro devido ao regulamento inadequado.

Os Pesquisadores de Dinamarca e dos E.U. dizem que há sobre 200 produtos químicos industriais, incluindo os metais, os solventes e os insecticidas, que têm o potencial danificar o cérebro.

Os Cientistas acreditam que exposições fetal e da primeira infância aos produtos químicos industriais no ambiente podem danificar o cérebro se tornando e podem conduzir às desordens neurodevelopmental tais autismo, transtorno de deficit de atenção (ADHD), e atraso mental.

Os Estudos já têm mostrado, dizem a equipe, que a exposição de baixo nível de algum pode conduzir aos defeitos neurobehavioral nas crianças.

Embora os peritos permaneçam divididos sobre os resultados, não obstante um em seis crianças no mundo inteiro tem uma inabilidade da revelação tal como o autismo e a paralisia cerebral, que levanta a possibilidade que os autores podem ter um argumento.

A equipe dos pesquisadores da Universidade da Faculdade de Medicina Sul do Monte Sinai de Dinamarca e de New York, examinada uma escala de estudos precedentes e dados a fim mostrar como alguns produtos químicos podem efectuar o cérebro.

A equipe, diz que fixando para baixo os efeitos da poluição química industrial era extremamente difícil porque os sintomas não podem se tornar por diversos anos, mas o chumbo, que foi usado na gasolina desde 1960 até 1980, fornece uma boa ilustração do risco mesmo de baixa exposição de produtos químicos industriais para crianças.

Os efeitos tóxicos do chumbo, são pensados por alguns cientistas para ser culpados de causar níveis de Q.I. reduzidos, capacidades de concentração encurtadas, a coordenação de motor retardada e a agressividade aumentada.

Os pesquisadores dizem cérebros tornando-se, do feto à adolescência, eram muito mais suscetíveis aos produtos químicos tóxicos do que aqueles dos adultos.

Outros produtos químicos, incluindo o methylmercury, arsênico e biphenyls polychlorinated, eram detalhados igualmente estudado e mostrado para causar problemas neurobehavioral.

Os cientistas identificaram 202 produtos químicos industriais com o potencial danificar o cérebro humano, e disseram-nos que eram prováveis ser a “ponta de um iceberg muito grande” como mais de 1.000 produtos químicos são sabidos para ser neurotoxic nos animais, e são igualmente prováveis ser prejudiciais aos seres humanos.

O Dr. Philippe Grandjean do pesquisador do Chumbo diz que o cérebro humano é um precioso e o órgão vulnerável e a função óptima do cérebro dependem da integridade do órgão, tão mesmo dano limitado podem ter conseqüências sérias.

Grandjean diz somente algumas substâncias, tais como o chumbo e o mercúrio, é controlado à vista das crianças de protecção, quando 200 outro conhecidos para ser tóxicos ao cérebro humano não forem regulados para impedir efeitos adversos no feto ou em uma criança pequena.

Testar produtos químicos para a toxicidade é uma protecção sanitária pública altamente eficiente, contudo, menos do que a metade dos milhares de produtos químicos usados actualmente no comércio foram testadas para avaliar a toxicidade aguda.

Embora os produtos químicos novos se submetam a um teste mais completo, o acesso aos dados pode ser restrito porque as empresas temem expr a informação proprietária.

Também, a toxicidade actual que testa inclui raramente funções neurobehavioral.

Dos 100.000 produtos químicos registrados para o uso comercial na UE em 1981 e os 80.000 nos E.U., menos do que a metade tinham sido sujeitadas mesmo ao teste o mais básico.

O estudo é publicado em linha em The Lancet o 8 de novembro de 2006.