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Programas do sexo da Abstinência somente - um desperdício do dinheiro do governo?

A pesquisa a mais atrasada confirma e apoia um trabalho mais adiantado que indique que os programas que defendem exclusivamente a abstinência do sexo a fim parar o comportamento ou a ajuda sexual arriscada na prevenção de gravidez indesejável, são ineficazes.

Os pesquisadores da Universidade de Oxford no REINO UNIDO encontraram que programas do sexo da abstinência somente teve o impacto não negativo ou positivo nas taxas de infecções do sexo ou de sexo desprotegido e não pareceu afectar o risco de Infecção pelo HIV em países do salário alto.

A equipe de Oxford reviu 13 experimentações dos E.U. que envolvem sobre 15.000 povos envelhecidos 10 a 21 e suas conclusões questionam o uso continuado do dinheiro público financiar especialmente programas da abstinência somente nos Estados Unidos.

Os programas da Abstinência somente incentivam a abstinência sexual como os meios exclusivos de impedir a Infecção pelo HIV, sem promover comportamentos de um sexo mais seguro, mas sua eficácia em ajustes do salário alto foi obscura.

Os programas da Abstinência-somente são muito populares nos E.U. e igualmente têm seus suportes no REINO UNIDO, mas tal falha dos programas diz peritos porque não fornecem nenhuma rede de segurança para os jovens que têm um relacionamento sexual, que muitos façam.

Um terço do orçamento do VIH da Presidente Bush para o Relevo do AIDS (PEPFAR) é dado aos programas da abstinência somente que limita severamente o financiamento disponível para outras estratégias de um sexo mais seguro.

O estudo, que as experimentações incluídas que comparam os jovens que atendem à abstinência-somente programam àqueles que não recebem nenhuma educação sexual, levanta perguntas sobre se trabalham em países desenvolvidos.

Os pesquisadores encontraram que nenhuns dos programas da abstinência-somente tiveram todo o impacto na idade em que os indivíduos perderam sua virgindade, se tiveram sexo desprotegido, o número de sócios sexuais, as taxas de doenças de transmissão sexual ou o número de gravidezes.

Uma revisão mais adiantada tinha examinado já a eficácia de programa nos países dos rendimentos reduzidos, que conduziram a Universidade de pesquisadores de Oxford para rever 13 experimentações que envolvem sobre 15.000 juventudes dos E.U. a fim avaliar os efeitos de programas da abstinência somente em países do salário alto.

Os programas apontaram impedir a Infecção pelo HIV ou o VIH e a gravidez e mediram resultados biológicos e comportáveis relatados auto tais como a infecção de transmissão sexual, a gravidez, a freqüência de sexo desprotegido, o número de sócios, e a iniciação sexual.

Encontrou-se que quando comparado com os vários controles, nenhum programa teve um efeito benéfico na incidência de sexo vaginal desprotegido, do número de sócios, do uso do preservativo, da iniciação sexual, da incidência da gravidez, ou da incidência da infecção de transmissão sexual.

Em contraste com programas da abstinência somente, os programas que promovem o uso dos preservativos reduzem extremamente o risco de adquirir o VIH, especialmente quando tais programas são as intervenções comportáveis cultural costuradas que visam povos no risco o mais alto de Infecção pelo HIV.

Os pesquisadores sugerem que aquele na prioridade dos E.U. deva ser dado a cultural sensível, específico do sexo, as intervenções comportáveis que visam pacientes Pretos e Latino-americanos nas clínicas para as infecções de transmissão sexual, os homens que têm o sexo com homens, e os adolescentes que estão sendo tratados para o abuso de droga que estão no risco o mais alto de adquirir o VIH.

O Autor principal Kristen Underhill diz comparado aos programas que promovem o uso dos preservativos, que reduzem extremamente o risco de VIH, os programas da abstinência-somente que apontam impedir o VIH não são eficazes.

Underhill diz que encontrar tem as implicações chaves para a política e a prática, especialmente nos E.U., onde os programas da abstinência-somente recebem federal e o financiamento estatal.

A pesquisa é publicada em British Medical Journal.