A remoção do útero aumenta o risco de incontinência urinária

Os pesquisadores na universidade médica sueco Karolinska Institutet mostraram que a histerectomia - uma operação comum que envolve a remoção do útero - aumenta extremamente o risco de incontinência urinária.

Seus resultados, que vêm de um estudo de âmbito nacional, são apresentados em The Lancet.

A histerectomia é a operação abdominal gynaecological a mais comum no mundo. É executada normalmente como uma cura para problemas médicos benignos a fim melhorar a qualidade da vida para os pacientes. Contudo, os efeitos a longo prazo são pela maior parte desconhecidos, e tem-se suspeitado por muito tempo que a operação aumenta o risco de desenvolver a incontinência urinária, em vários aspectos uma circunstância muito de desabilitação que afectasse centenas de milhares de mulheres na Suécia.

Os pesquisadores em Karolinska Institutet têm mostrado agora que as mulheres que tiveram uma histerectomia são mais de duas vezes tão provavelmente para se submeter à cirurgia para a incontinência urinária quanto mulheres com úteros intactos.

“É importante que os gynaecologists levam em conta este antes de uma histerectomia, e os pacientes eles mesmos esteja ciente do risco maior a operação envolvem, particularmente se pertencem a um grupo de alto risco,” diz Daniel Altman, gynaecologist e um dos pesquisadores atrás do estudo.

A probabilidade a mais alta da cirurgia da incontinência foi notada dentro de cinco anos da remoção do útero, mas o risco mais alto permanece durante todo vidas dos pacientes'. O risco aumentou a maioria para as mulheres que tiveram uma histerectomia antes de sua menopausa ou em seguida que se submete a diversas entregas.

O estudo foi baseado em análises de registros pacientes pelos anos 1973 2003, e incorporado sobre 165.000 mulheres que tiveram histerectomia e quase 479.000 mulheres que não tem.