Estudo Observacional da osteoporose severa

As Mulheres que não seguem com as instruções do tratamento para a osteoporose ou que não respondem ao tratamento são mais prováveis sofrer umas fracturas mais adicionais, que afecta seriamente sua qualidade de vida.

Há uma necessidade urgente de fornecer o apoio a estes pacientes e de endereçar suas edições quando as terapias novas são avaliadas e as directrizes novas do tratamento estão elaboradas, de acordo com o Professor Cyrus Tanoeiro do Centro do Recurso da Epidemiologia de MRC, Universidade do pesquisador do chumbo de Southampton, no REINO UNIDO. Seus resultados serão publicados na introdução de Abril do International da Osteoporose, Springer giram.

A Osteoporose é um problema de saúde global crescente e as terapias disponíveis têm sido mostradas actualmente para reduzir o risco de fracturas da fragilidade em mulheres pós-menopáusicos. A Maioria de pacientes ganham a densidade mineral do osso dentro de um ano de tratamento. Contudo, as avaliações de pacientes osteoporotic mostram que a conformidade ao tratamento é baixa na prática, e até 50% dos pacientes param seu tratamento dentro de um ano devido na parte aos efeitos secundários. Além, os ensaios clínicos mostram que as fracturas osteoporotic têm as implicações físicas, psicológicas e sociais que podem seriamente afectar a qualidade dos pacientes de vida.

O estudo do Tanoeiro e dos colegas, o Estudo Observacional da Osteoporose Severa (OSSO), olhado o número de fracturas sofreu pelas mulheres que não responderam ao farmacoterapia, e por como a falha do tratamento afectou sua qualidade de vida saúde-relacionada. Um total de 1.885 70 mulheres dos anos de idade com osteoporose estabelecida e “a resposta clínica inadequada ao farmacoterapia da osteoporose” foram avaliados sobre um ano. Os pesquisadores usaram uma combinação de dois questionários para medir sua qualidade de vida no início do estudo, e então após seis meses e após um ano. “A resposta clínica Inadequada ao farmacoterapia da osteoporose” é definida como uma fractura da fragilidade apesar da terapia por um ano, ou o tratamento interrompido da droga devido aos efeitos adversos e/ou ao descumprimento.

Um total de 209 fracturas ocorreu em 166 mulheres sobre o ano. As Mulheres que tinham sofrido fracturas no passado eram mais prováveis sustentar uma fractura nova do que aquelas que não tiveram. A Qualidade de contagens da vida era mais ruim nas mulheres de que sofreu uma fractura apesar se tinham tido uma fractura no passado. A percepção da saúde Geral, a função social e a dor eram a qualidade avaliado a mais ruim de medidas da vida.

Estes resultados mostram que o risco de fractura é alto nas mulheres depois que a terapia falhada da osteoporose e a presença de uma fractura precedente nos 12 meses precedentes prevêem fortemente uma fractura nos próximos 12 meses. A melhoria na qualidade de vida na ausência das fracturas era significativa, indicando a necessidade para tratamentos eficazes para pacientes com a osteoporose.

http://www.springer.com/medicine/orthopedics/journal/198